Estima-se que a osteofibrose sintomática ocorra em cerca de 1 a 2% dos pacientes com hiperparatireoidismo secundário avançado no Brasil, representando uma complicação óssea grave que pode levar a fraturas patológicas e deformidades. Embora rara, sua prevalência aumenta em populações com doença renal crônica estágio 5 não dialisada adequadamente (dados de 2025-2026).
Você já sentiu uma dor óssea profunda e persistente que não melhora com repouso, acompanhada de fraqueza e, às vezes, inchaço em um osso específico? Essa pode ser a face silenciosa da osteofibrose, uma condição em que o tecido ósseo normal é gradualmente substituído por tecido fibroso, comprometendo a resistência e a estrutura dos ossos. Embora seja menos conhecida que a osteoporose, a osteofibrose merece atenção por suas complicações potencialmente graves. Neste artigo, você entenderá as causas, os sintomas, como é feito o diagnóstico e quais os tratamentos disponíveis, com informações atualizadas para 2025-2026.
- O que é: Doença óssea metabólica caracterizada pela substituição do osso normal por tecido fibroso, geralmente associada ao hiperparatireoidismo (primário ou secundário).
- Quando ocorre: Mais frequentemente em pacientes com doença renal crônica avançada, distúrbios do metabolismo do cálcio e fósforo, ou hiperparatireoidismo primário não tratado por anos.
- Quem trata: Endocrinologistas, reumatologistas, ortopedistas e, em casos renais, nefrologistas.
- Urgência: Moderada a alta – especialmente se houver dor súbita intensa, fratura ou deformidade óssea.
- Tratamento: Controle da causa base (hiperparatireoidismo, doença renal), uso de medicamentos como calcimiméticos, bifosfonatos e, em casos selecionados, cirurgia de paratireoide ou transplante renal.
João, 58 anos, portador de doença renal crônica em hemodiálise há 4 anos, começou a sentir dores difusas nos ossos do quadril e na coxa esquerda. Inicialmente, ele atribuiu ao desgaste do dia a dia. Com o tempo, a dor tornou-se constante e o despertava à noite. Em uma radiografia de rotina, o ortopedista notou uma área de rarefação óssea sugestiva de lesão fibrosa. Exames laboratoriais revelaram níveis muito elevados de paratormônio (PTH) e cálcio sérico alterado. Uma biópsia óssea confirmou osteofibrose secundária ao hiperparatireoidismo renal. João foi tratado com um calcimimético (cinacalcete) e ajuste da diálise, com melhora significativa da dor em 3 meses e prevenção de novas fraturas.
O que é osteofibrose, causas, sintomas, diagnóstico e tratamento e como se manifesta
A osteofibrose, também conhecida como osteíte fibrosa cística em suas formas mais avançadas, é uma doença óssea metabólica caracterizada pela substituição progressiva do tecido ósseo normal por tecido conjuntivo fibroso. Esse processo enfraquece a estrutura óssea, tornando os ossos mais suscetíveis a fraturas, deformidades e dor crônica. A condição está quase sempre ligada a um excesso de paratormônio (PTH) circulante, ou seja, ao hiperparatireoidismo. O PTH estimula a reabsorção óssea pelos osteoclastos, e quando isso ocorre de forma descontrolada, o osso perde minerais e é invadido por tecido fibroso.
Os sintomas mais comuns incluem dor óssea profunda e contínua, especialmente em ossos longos (fêmur, tíbia), pelve, costelas e crânio. Pode haver também fraqueza muscular, claudicação (manqueira) e, em estágios avançados, deformidades como arqueamento de pernas ou aumento de volume de maxilar e mandíbula. Fraturas patológicas – que ocorrem sem trauma significativo – são frequentes. O diagnóstico é feito por exames de imagem (radiografias, tomografia, cintilografia óssea), exames laboratoriais (dosagem de PTH, cálcio, fósforo, vitamina D e fosfatase alcalina) e, em casos duvidosos, biópsia óssea. O tratamento visa corrigir a causa base: controle do hiperparatireoidismo com medicamentos (calcimiméticos, bifosfonatos), cirurgia de paratireoide ou transplante renal quando necessário.
Causas mais comuns
A principal causa da osteofibrose é o hiperparatireoidismo, que pode ser primário (devido a adenoma ou hiperplasia das paratireoides) ou secundário (resultante de doença renal crônica, deficiência de vitamina D ou má absorção de cálcio). No Brasil, a forma secundária é a mais frequente, especialmente em pacientes com insuficiência renal avançada que não têm controle adequado do fósforo e do cálcio. A doença renal crônica leva à retenção de fósforo e à redução da produção de calcitriol (vitamina D ativa), estimulando as paratireoides a secretar mais PTH. Com o tempo, o excesso de PTH provoca a fibrose óssea característica.
Outras causas incluem: hiperparatireoidismo terciário (após anos de diálise, com paratireoides autônomas), hiperparatireoidismo primário não tratado (raro, mas possível), e doenças hereditárias como a hipofosfatemia ligada ao X ou osteodistrofia renal. Fatores de risco adicionais são uso crônico de lítio (medicação psiquiátrica), radioterapia prévia na região do pescoço e síndromes de má absorção intestinal. É importante destacar que a osteofibrose não é contagiosa nem hereditária no sentido clássico, mas algumas condições genéticas podem predispor ao hiperparatireoidismo.
Causas graves que exigem atenção imediata
Embora a maioria dos casos de osteofibrose evolua de forma lenta, algumas situações exigem intervenção médica urgente. A principal delas é a fratura patológica – uma fratura que ocorre espontaneamente ou após um trauma mínimo, como tossir ou levantar-se. Essas fraturas são comuns em ossos já fragilizados pela fibrose e podem causar dor intensa, deformidade e incapacidade funcional. Outra emergência é a síndrome de compressão medular, quando a fibrose óssea na coluna vertebral leva a uma vértebra colapsada (fratura por compressão) que comprime a medula espinhal, provocando formigamento, fraqueza nas pernas ou até paralisia.
Além disso, a crise hipercalcêmica associada ao hiperparatireoidismo primário grave pode cursar com osteofibrose rápida e sintomas sistêmicos como confusão mental, desidratação, arritmias cardíacas e insuficiência renal aguda. Pacientes com doença renal crônica que desenvolvem osteofibrose apresentam maior risco de calcificação vascular e eventos cardiovasculares, pois o desequilíbrio mineral acelera a calcificação de artérias. Por isso, qualquer sinal de dor óssea intensa, inchaço local, deformidade ou sintomas neurológicos deve ser avaliado em pronto-socorro com urgência.
Como o médico faz o diagnóstico
O diagnóstico da osteofibrose começa com uma história clínica detalhada e exame físico. O médico perguntará sobre dor óssea, histórico de doença renal, uso de medicamentos e sintomas de hiperparatireoidismo (como cálculos renais, fadiga, depressão). Em seguida, solicitará exames laboratoriais: dosagem de PTH (paratormônio), cálcio total e ionizado, fósforo, magnésio, vitamina D, fosfatase alcalina (marcador de remodelação óssea) e função renal (creatinina, ureia). No hiperparatireoidismo secundário, o PTH está elevado, o cálcio pode estar normal ou baixo, e o fósforo, elevado.
Os exames de imagem são fundamentais. A radiografia simples já pode mostrar áreas de rarefação óssea (osteopenia), lesões císticas (tumores marrons), deformidades e fraturas. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética ajudam a avaliar lesões complexas e descartar neoplasias. A cintilografia óssea com tecnécio (MDP) revela áreas de hipercaptação onde o osso está sendo remodelado ativamente. Em casos duvidosos, a biópsia óssea (geralmente da crista ilíaca) é o padrão-ouro, mostrando a substituição do osso lamelar por tecido fibroso e aumento de osteoclastos. O médico também pode solicitar ultrassonografia das paratireoides para identificar adenomas ou hiperplasia.
Tratamentos disponíveis
O tratamento da osteofibrose é direcionado à causa subjacente. Para hiperparatireoidismo secundário à doença renal crônica, as medidas incluem: controle rigoroso do fósforo sérico (com restrição dietética e uso de quelantes de fósforo como carbonato de cálcio ou sevelamer), suplementação de vitamina D ativa (calcitriol ou paricalcitol) e uso de calcimiméticos (cinacalcete) que reduzem a secreção de PTH. Ajustes na diálise (aumento da frequência ou uso de dialisato com menor concentração de cálcio) também podem ajudar. Em casos refratários, a paratireoidectomia (remoção cirúrgica das glândulas paratireoides hiperplásicas) pode ser necessária.
Para hiperparatireoidismo primário, o tratamento de escolha é a cirurgia de paratireoide (remoção do adenoma). Quando a cirurgia não é possível, medicamentos como cinacalcete e bifosfonatos (alendronato, ácido zoledrônico) podem controlar o PTH e a perda óssea. Bifosfonatos também são usados para reduzir a reabsorção óssea e a dor, mas têm papel adjuvante. A fisioterapia e a reabilitação são importantes para recuperar força muscular e mobilidade após fraturas. Em casos de fratura patológica, o tratamento ortopédico (imobilização, cirurgia com fixação interna) é essencial. O transplante renal é a solução definitiva para a osteofibrose associada à doença renal crônica, pois corrige o distúrbio metabólico basal.
Cuidados em casa e alívio dos sintomas
Para pacientes com osteofibrose, o manejo domiciliar é complementar ao tratamento médico e visa minimizar a dor e prevenir complicações. Medidas importantes incluem: repouso relativo nas fases de dor aguda, evitando atividades que sobrecarreguem os ossos afetados (como corrida ou levantamento de peso). O uso de analgésicos simples (paracetamol, dipirona) pode ser feito sob orientação médica, mas anti-inflamatórios não esteroides (como ibuprofeno) devem ser evitados em pacientes renais. A aplicação de compressas frias ou calor local pode aliviar o desconforto muscular.
A nutrição desempenha papel crucial. Uma dieta com restrição de fósforo (evitar carnes processadas, refrigerantes escuros, laticínios em excesso) e ingestão adequada de cálcio (conforme orientação médica, pois o excesso pode ser prejudicial) é recomendada. Suplementos de vitamina D devem ser usados apenas com prescrição. Manter a hidratação (se não houver restrição hídrica por diálise) e evitar álcool e tabaco também ajuda. Exercícios leves de alongamento e fortalecimento muscular, supervisionados por fisioterapeuta, melhoram a função e reduzem o risco de quedas. É fundamental monitorar qualquer alteração na dor ou aparecimento de novos sintomas e comunicar ao médico.
Quando ir ao pronto-socorro
A osteofibrose geralmente não é uma emergência, mas algumas situações exigem atendimento hospitalar imediato. Procure o pronto-socorro se você apresentar: dor óssea súbita e intensa, especialmente após um movimento trivial – pode indicar fratura; incapacidade de mover um membro ou apoiar o peso sobre ele; deformidade visível (encurtamento, rotação anormal) de um braço ou perna; dormência, formigamento ou fraqueza nas pernas que pode sinalizar compressão da medula espinhal por vértebra fraturada; confusão mental, sede excessiva, náuseas e vômitos que podem ser sinais de crise hipercalcêmica. Pacientes em diálise que desenvolvem febre, calafrios ou mal-estar associados a dor óssea também devem ser avaliados para descartar infecção óssea (osteomielite) ou calcificação metastática. Lembre-se: o tratamento precoce de complicações graves melhora o prognóstico e evita sequelas permanentes.
Como prevenir
A prevenção da osteofibrose está intimamente ligada ao controle das doenças que a causam. Para pacientes com doença renal crônica, o acompanhamento regular com nefrologista é essencial. Medidas preventivas incluem: monitorar e controlar os níveis de fósforo e cálcio no sangue, ajustar a dieta com restrição de fósforo, usar quelantes de fósforo conforme prescrito, e manter níveis adequados de vitamina D ativa. A detecção precoce do hiperparatireoidismo secundário, através de exames anuais de PTH a partir do estágio 3 da doença renal, permite intervenção medicamentosa antes que a fibrose óssea se instale.
Para a população geral, prevenir o hiperparatireoidismo primário envolve evitar deficiência crônica de vitamina D e cálcio, manter exposição solar moderada e realizar check-ups periódicos, especialmente após os 50 anos. Pessoas com histórico familiar de hiperparatireoidismo ou neoplasia endócrina múltipla (MEN) devem fazer rastreamento. Além disso, evitar o uso prolongado de lítio sem monitoramento e tratar adequadamente doenças que causam má absorção intestinal (como doença celíaca) reduz o risco. A prevenção de fraturas em pacientes com osteofibrose já diagnosticada inclui uso de dispositivos de auxílio (bengalas, andadores) e adaptação do ambiente doméstico para evitar quedas.
Diferença entre osteofibrose e condições semelhantes
A osteofibrose pode ser confundida com outras doenças ósseas, mas existem diferenças fundamentais. A osteoporose também fragiliza os ossos, mas nela há perda de massa óssea sem substituição por tecido fibroso; a densitometria óssea mostra baixa densidade, enquanto na osteofibrose a radiografia pode mostrar lesões císticas e alterações estruturais. A doença de Paget óssea apresenta aumento da remodelação óssea com ossos deformados e espessados, mas o PTH geralmente está normal e a fosfatase alcalina muito elevada; a biópsia mostra mosaico de lamelas ósseas irregulares, não fibrose. O osteossarcoma é um tumor maligno que pode simular lesões fibro-ósseas, mas apresenta crescimento rápido, dor noturna e aspecto agressivo na imagem; a biópsia define o diagnóstico.
Outras condições incluem displasia fibrosa (doença genética não relacionada ao hiperparatireoidismo, com lesões ósseas localizadas), osteomalácia (deficiência de vitamina D causando acúmulo de osteoide não mineralizado), e metástases ósseas de câncer (que podem causar lesões líticas ou blásticas). O diagnóstico diferencial é feito por exames laboratoriais (PTH, cálcio, fósforo, vitamina D, fosfatase alcalina) e de imagem. A osteofibrose é uma das manifestações da osteodistrofia renal e está sempre associada ao hiperparatireoidismo, o que a distingue das demais.
- 01. Mantenha em dia os exames de PTH, cálcio e fósforo se você tem doença renal crônica – o controle precoce evita a progressão da osteofibrose.
- 02. Inclua na rotina exercícios leves de fortalecimento muscular, como hidroginástica ou pilates, para proteger seus ossos sem sobrecarregá-los.
- 03. Consulte um nutricionista especializado em nefrologia para ajustar a ingestão de fósforo e cálcio na dieta – isso é essencial no tratamento.
- 04. Use sempre calçados antiderrapantes e mantenha a casa livre de tapetes soltos para evitar quedas, já que seus ossos podem estar mais frágeis.
- 05. Comunique ao seu médico qualquer dor óssea nova ou mudança no padrão da dor – o tratamento precoce de fraturas evita complicações.
- 06. Leve uma lista atualizada de todos os seus medicamentos (inclusive quelantes de fósforo, vitamina D e analgésicos) a cada consulta.
Perguntas Frequentes sobre osteofibrose causas sintomas diagnostico tratamento
1. Osteofibrose tem cura?
A osteofibrose não é uma doença em si, mas uma consequência de um distúrbio metabólico (geralmente hiperparatireoidismo). Quando a causa é tratada com sucesso – como cirurgia de paratireoide ou transplante renal – a progressão da fibrose é interrompida e o osso pode se remineralizar parcialmente. A cura completa depende da reversibilidade do dano ósseo; lesões avançadas podem deixar deformidades residuais. O tratamento precoce oferece melhores resultados.
2. Osteofibrose dói muito?
A dor óssea é o sintoma mais comum e pode variar de leve a incapacitante. Geralmente é uma dor profunda, constante, que piora com o movimento e pode despertar o paciente à noite. Em casos de fratura, a dor é aguda e intensa. O controle da dor é parte importante do tratamento.
3. Quem tem osteofibrose pode fazer atividade física?
Sim, desde que com orientação médica. Atividades de baixo impacto, como caminhada, hidroginástica, alongamentos e exercícios isométricos, são benéficas para manter a massa muscular e a mobilidade. Evite esportes de contato, saltos e levantamento de peso até que o tratamento estabilize a condição.
4. Osteofibrose é câncer?
Não. A osteofibrose é uma condição benigna de substituição fibrosa do osso. Não é um tumor cancerígeno. No entanto, lesões ósseas podem ser confundidas com metástases ou osteossarcoma, por isso o diagnóstico por biópsia é importante quando há dúvida.
5. O exame de sangue pode diagnosticar osteofibrose?
O exame de sangue não fecha o diagnóstico isoladamente, mas é indispensável. Níveis elevados de PTH, alterações no cálcio e fósforo, e elevação da fosfatase alcalina são fortes indicadores. A confirmação geralmente vem com exames de imagem e, se necessário, biópsia óssea.
6. Osteofibrose é hereditária?
Ela não é hereditária diretamente, mas condições que levam ao hiperparatireoidismo podem ter fatores genéticos (como a neoplasia endócrina múltipla). A forma mais comum, associada à doença renal crônica, não é herdada, mas sim adquirida.
7. Qual a diferença entre osteofibrose e osteoporose?
Na osteoporose há perda de massa óssea sem substituição fibrosa; os ossos ficam porosos e finos. Na osteofibrose há substituição ativa por tecido fibroso, com lesões císticas e deformidades. O PTH geralmente está normal na osteoporose e elevado na osteofibrose.
8. Quanto tempo leva para tratar a osteofibrose?
O tempo de resposta ao tratamento varia. Medicamentos como calcimiméticos podem reduzir o PTH em semanas, mas a remineralização óssea leva meses a anos. A dor melhora em geral nos primeiros 2-3 meses. A cirurgia de paratireoide pode trazer alívio mais rápido. O acompanhamento é contínuo.
9. Osteofibrose pode afetar crianças?
Sim, embora raro. Crianças com doença renal crônica ou distúrbios genéticos do metabolismo do fósforo podem desenvolver osteofibrose. Nesses casos, o tratamento deve ser precoce para evitar deformidades de crescimento, como arqueamento das pernas.
10. O que são “tumores marrons” na osteofibrose?
São lesões císticas que aparecem nas radiografias, preenchidas por tecido fibroso e células gigantes. Apesar do nome, não são tumores malignos, mas sim áreas de reabsorção óssea intensa. Podem causar dor e aumentar de volume, e geralmente regridem com o tratamento do hiperparatireoidismo.
Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clinica Popular Fortaleza, com base em evidências científicas atualizadas e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.
Última atualização: 25/06/2026
Na Clinica Popular Fortaleza você encontra consultas acessíveis com especialistas que explicam seu diagnóstico e orientam o melhor tratamento.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não substitui consulta médica profissional. Sempre consulte um médico ou profissional de saúde habilitado para diagnóstico e tratamento.
Fontes de referência:
MedlinePlus – Hyperparathyroidism and bone disease
Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) – Osteodistrofia renal
Conteúdos relacionados:
Clinica Popular Fortaleza — Consultas Médicas
Exames na Clinica Popular Fortaleza
CID M54 — Dorsalgia (dor nas costas)
Omeprazol: para que serve
Ibuprofeno: para que serve
O que é hematoquezia


