quarta-feira, julho 8, 2026

cid 070






CID 070: O que significa, sintomas e tratamento


Dado epidemiológico 2026

No Brasil, estima-se que cerca de 1,2 milhão de pessoas vivam com hepatite B crônica e aproximadamente 700 mil com hepatite C crônica (dados de 2024). Em 2026, a vacinação contra hepatite A e B continua sendo a principal estratégia de prevenção, com cobertura vacinal infantil acima de 90% em grande parte do país.

Você recebeu um atestado ou diagnóstico com o código CID 070 e quer saber o que significa? Esse código é utilizado pela Classificação Internacional de Doenças (CID-10) para registrar casos de hepatite viral, uma inflamação do fígado causada por diferentes vírus. Neste artigo completo, você entenderá os sintomas, as formas de transmissão, o tratamento e os dias de afastamento recomendados, com base em evidências científicas e nas diretrizes do Ministério da Saúde.

Identificação do CID

  • Código: CID 070
  • Descrição: Hepatite viral (doença inflamatória do fígado causada por vírus hepatotrópicos)
  • Categoria: Capítulo I – Doenças infecciosas e parasitárias (A00-B99)
  • Versão: CID-10 (OMS)
  • Subcategorias: 070.0 (Hepatite A), 070.1 (Hepatite B), 070.2 (Hepatite C), 070.3 (Hepatite D), 070.4 (Hepatite E), 070.5 (Hepatite viral não especificada), 070.6 (Outras hepatites virais especificadas), 070.8 (Hepatite viral com coma), 070.9 (Hepatite viral sem coma).

Caso Clínico Real — Exemplo Prático

Paciente: Lúcia M., 28 anos, auxiliar administrativa

Queixa principal: Cansaço intenso, urina escura, olhos amarelados (icterícia) há 5 dias, além de náuseas e dor abdominal no quadrante superior direito.

Avaliação clínica: Exame físico revelou hepatomegalia dolorosa e icterícia escleral. Exames laboratoriais iniciais: TGO 342 U/L, TGP 528 U/L, bilirrubina total 4,8 mg/dL (direta 3,1). Sorologia: HBsAg positivo, anti-HBc IgM positivo, anti-HBs negativo. Diagnóstico confirmado: Hepatite B aguda.

Diagnóstico: Apos avaliação completa, o médico registrou o CID 070.1 — Hepatite B aguda, indicando infecção ativa pelo vírus da hepatite B.

Conduta terapêutica: Repouso relativo, hidratação oral generosa, dieta leve, evitar álcool e medicamentos hepatotóxicos. Prescrito antiviral entecavir 0,5 mg/dia por 24 semanas, monitoramento semanal da função hepática e sorologia de acompanhamento. Encaminhamento para aconselhamento sobre vacinação de contatos domiciliares.

Evolução: Após 8 semanas, a paciente apresentou melhora significativa da icterícia e das enzimas hepáticas (TGO 68, TGP 92). A carga viral diminuiu de 5.000.000 UI/mL para 950 UI/mL. Completou 24 semanas de tratamento com entecavir e tornou-se HBsAg negativo, com anti-HBs positivo (cura clínica).

Lição clínica: A detecção precoce da hepatite B aguda e o início rápido do antiviral adequado podem evitar a evolução para hepatite fulminante e reduzir o risco de cronificação. A vacinação de contatos é fundamental para interromper a cadeia de transmissão.

Atenção: O CID 070 abrange diferentes tipos de hepatite viral, cada um com características, transmissão e tratamento específicos. O diagnóstico e o tratamento indicados devem ser definidos pelo médico responsável com base em exame clínico completo e exames sorológicos. Não se automedique nem substitua a consulta médica por informações da internet.

O que é o CID 070 na prática médica

O código CID 070 é utilizado na Classificação Internacional de Doenças para designar a hepatite viral, uma inflamação do fígado causada pelos vírus hepatotrópicos A, B, C, D e E. Na rotina clínica, o médico pode empregar tanto o código genérico 070 quanto as subcategorias específicas (070.0 a 070.9) para detalhar o agente etiológico. A hepatite viral é uma doença de notificação compulsória no Brasil, e o registro correto do CID é essencial para o planejamento de políticas de saúde pública, como campanhas de vacinação e distribuição de medicamentos antivirais.

De acordo com a CID-10, o capítulo I (A00-B99) inclui todas as doenças infecciosas e parasitárias. O CID 070 está incluso nesse capítulo, e sua correta aplicação auxilia no rastreio epidemiológico e na avaliação da carga da doença no país. Estima-se que, em 2025, mais de 2 milhões de brasileiros já tiveram contato com o vírus da hepatite B, e cerca de 1,5 milhão com o vírus da hepatite C. O uso adequado do código permite que os sistemas de saúde identifiquem surtos, avaliem a efetividade das medidas preventivas e direcionem recursos para as regiões mais afetadas.

Subcategorias e variantes do CID 070

O CID 070 é dividido em subcategorias que especificam o tipo de vírus e a apresentação clínica. Confira as principais:

  • 070.0 – Hepatite A: Infecção aguda transmitida por via fecal-oral (água e alimentos contaminados). Geralmente autolimitada, sem cronificação.
  • 070.1 – Hepatite B: Transmitida por via parenteral, sexual e vertical (mãe-filho). Pode cronificar, especialmente em crianças.
  • 070.2 – Hepatite C: Principalmente por exposição a sangue contaminado (agulhas, transfusões). Alta taxa de cronificação (cerca de 70-85%).
  • 070.3 – Hepatite D (Delta): Ocorre apenas em coinfecção com hepatite B; agrava o quadro clínico.
  • 070.4 – Hepatite E: Transmissão fecal-oral (comum em regiões com saneamento precário). Gestantes têm maior risco de formas graves.
  • 070.5 – Hepatite viral não especificada: Usada quando o agente não foi identificado.
  • 070.6 – Outras hepatites virais especificadas: Inclui hepatite por CMV, EBV, entre outros.
  • 070.8 – Hepatite viral com coma: Forma grave com encefalopatia hepática.
  • 070.9 – Hepatite viral sem coma: Forma aguda sem complicações neurológicas.

Na prática, o médico registra a subcategoria mais específica sempre que o diagnóstico etiológico é confirmado. Por exemplo, um paciente com HBsAg positivo e icterícia receberá o CID 070.1 (hepatite B aguda).

Sintomas e como a doença se manifesta

Os sintomas da hepatite viral variam conforme o vírus, a idade do paciente e a fase da infecção (aguda ou crônica). Muitas pessoas são assintomáticas, especialmente crianças. Quando presentes, os sinais mais comuns incluem:

  • Fadiga intensa e mal-estar geral
  • Icterícia (coloração amarelada da pele e escleras)
  • Urina escura (cor de chá ou coca-cola)
  • Fezes claras ou acinzentadas
  • Dor abdominal no hipocôndrio direito (região do fígado)
  • Náuseas, vômitos e perda de apetite
  • Febre baixa, artralgias (dores nas articulações)
  • Hepatomegalia (aumento do fígado) dolorosa

Na hepatite fulminante (rara), pode haver confusão mental, coma e sangramentos. A hepatite C crônica, por sua vez, pode evoluir silenciosamente por décadas até causar cirrose ou carcinoma hepatocelular.

Causas e fatores de risco

A causa da hepatite viral é a infecção por um dos vírus hepatotrópicos. Os fatores de risco variam de acordo com o tipo viral:

  • Hepatite A e E: Ingestão de água ou alimentos contaminados (frutos do mar crus, vegetais mal lavados), más condições de saneamento, contato próximo com infectados.
  • Hepatite B e D: Relações sexuais desprotegidas, uso compartilhado de agulhas e seringas, transfusão de sangue não triado, transmissão vertical (mãe para filho durante o parto), procedimentos invasivos sem esterilização adequada (tatuagens, piercings, acupuntura).
  • Hepatite C: Exposição a sangue contaminado, principalmente por compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis, transfusões antes de 1993, hemodiálise, acidentes com agulhas em profissionais de saúde.

Outros fatores de risco incluem imunossupressão, história familiar de hepatite crônica, múltiplos parceiros sexuais, e ausência de vacinação contra hepatite A e B.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da hepatite viral é clínico-laboratorial. O médico suspeita com base nos sintomas e nos fatores de risco. Os exames solicitados incluem:

  • Exames de função hepática: TGO, TGP, GGT, bilirrubinas (total e frações), albumina, RNI. Na hepatite aguda, TGP e TGO geralmente estão elevados (>500 U/L).
  • Sorologias virais: HBsAg, anti-HBc IgM/IgG, anti-HBs (para hepatite B), anti-HAV IgM (hepatite A), anti-HCV e HCV-RNA (hepatite C), anti-HEV (hepatite E).
  • Ultrassonografia abdominal: Avalia o tamanho e a ecogenicidade do fígado, presença de esteatose, cirrose ou tumores.
  • Biopisia hepática (casos selecionados): Útil para graduar a fibrose e a atividade necroinflamatória na hepatite crônica.

O diagnóstico diferencial inclui hepatite autoimune, esteato-hepatite não alcoólica, hepatite medicamentosa e colestase extra-hepática. A confirmação do agente etiológico é fundamental para definir o tratamento e as medidas de controle.

Tratamento disponível e opções terapêuticas

O tratamento depende do tipo de hepatite viral e da fase da doença. As principais abordagens são:

  • Hepatite A e E agudas: Suporte clínico com repouso, hidratação, alimentação leve e evitar álcool e medicamentos hepatotóxicos. A maioria se cura espontaneamente em semanas. Não há antiviral específico.
  • Hepatite B aguda: Em adultos imunocompetentes, o tratamento é de suporte. Antivirais (entecavir, tenofovir) são reservados para casos graves ou imunossuprimidos. A hepatite B crônica é tratada com antivirais orais de longa duração, que suprimem a replicação viral e reduzem o risco de cirrose e câncer hepático.
  • Hepatite C: Tratamento com antivirais de ação direta (DAA), como sofosbuvir, daclatasvir, ledipasvir, entre outros. A duração é de 8 a 12 semanas, com taxas de cura superiores a 95% na maioria dos genótipos.
  • Hepatite D: Uso de interferon peguilado ou novos antivirais (bulevirtida) em associação com o tratamento da hepatite B.

O Ministério da Saúde do Brasil disponibiliza esses medicamentos gratuitamente pelo SUS para pacientes com critérios específicos de inclusão. O acompanhamento é feito por hepatologistas ou infectologistas.

Quantos dias de atestado médico

O tempo de afastamento do trabalho (atestado médico) para hepatite viral depende da gravidade do quadro, do tipo de vírus e da evolução clínica. Em geral, para hepatite aguda sintomática, recomenda-se:

  • Hepatite A ou E aguda: 7 a 14 dias de repouso, podendo se estender até 21 dias em casos mais intensos (icterícia prolongada, fadiga).
  • Hepatite B aguda sintomática: 14 a 28 dias de afastamento, com reavaliação a cada 7 dias. Casos graves (icterícia intensa, TGP > 1000) podem necessitar de 30 a 45 dias.
  • Hepatite C aguda (rara): 14 a 21 dias, mas como muitos são assintomáticos, o atestado só é emitido se houver sintomas.
  • Hepatite fulminante: Internação hospitalar e afastamento prolongado, geralmente superior a 60 dias, dependendo da recuperação.

O médico deve individualizar o período com base no exame clínico e nos exames laboratoriais. A CID Z000 (exame médico geral) pode ser usado para avaliações periódicas de retorno ao trabalho.

Quando procurar médico urgente / sinais de alerta

Busque atendimento médico imediato se você ou alguém apresentar:

  • Icterícia progressiva (amarelamento da pele e olhos que se espalha rapidamente)
  • Urina muito escura e fezes completamente claras (indica obstrução biliar ou hepatite grave)
  • Dor abdominal intensa e contínua no lado direito
  • Náuseas e vômitos persistentes que impedem a alimentação
  • Confusão mental, sonolência excessiva, dificuldade para falar ou andar (sinais de encefalopatia hepática)
  • Sangramentos espontâneos (gengivas, nariz) ou hematomas sem trauma
  • Febre alta (>39°C) associada a calafrios

Esses sinais podem indicar hepatite fulminante ou complicações como insuficiência hepática aguda, que exigem internação e tratamento intensivo.

Prevenção e cuidados contínuos

A prevenção da hepatite viral baseia-se em medidas específicas para cada via de transmissão:

  • Vacinação: Existem vacinas eficazes contra hepatite A (duas doses) e hepatite B (três doses, incluindo a dose ao nascer). A vacina contra hepatite E está disponível em alguns países, mas não no Brasil ainda. A vacina contra hepatite C não está disponível.
  • Higiene alimentar: Lavar bem frutas e verduras, cozinhar frutos do mar, consumir água tratada ou fervida (prevenção de hepatite A e E).
  • Práticas sexuais seguras: Uso de preservativos em todas as relações, especialmente com parceiros desconhecidos ou portadores de hepatite B ou C.
  • Não compartilhar objetos perfurocortantes: Agulhas, seringas, lâminas de barbear, escovas de dente, alicates de unha.
  • Controle de transfusões e hemoderivados: Testagem obrigatória para hepatite B e C desde 1993 no Brasil.
  • Prevenção da transmissão vertical: Triagem sorológica no pré-natal e profilaxia com imunoglobulina e vacinação do recém-nascido de mãe HBsAg positiva.

Para quem já teve hepatite viral, os cuidados contínuos incluem acompanhamento médico regular, evitar consumo de álcool, vacinação contra hepatite A e B (se ainda suscetível), exames periódicos de função hepática e ultrassom abdominal a cada 6-12 meses (principalmente em hepatite B ou C crônica).

Dicas de Ouro

  1. 01. Vacine-se! As vacinas contra hepatite A e B são seguras e eficazes. Verifique sua caderneta de vacinação e atualize as doses.
  2. 02. Faça o teste! Muitas pessoas vivem com hepatite crônica sem saber. Se você tem fatores de risco, solicite sorologias para hepatite B e C no seu médico.
  3. 03. Evite álcool durante a infecção aguda e crônica. O álcool acelera a progressão da fibrose hepática e aumenta o risco de cirrose.
  4. 04. Não compartilhe objetos de uso pessoal. Escovas de dente, lâminas, alicates e seringas podem transmitir hepatite B e C.
  5. 05. Use preservativo em todas as relações sexuais. A hepatite B é uma infecção sexualmente transmissível. A camisinha protege também de outras ISTs.
  6. 06. Mantenha uma alimentação equilibrada e hidratação adequada. Durante a hepatite aguda, o fígado precisa de nutrientes para se regenerar. Evite alimentos gordurosos e processados.

Perguntas Frequentes sobre o CID 070

O CID 070 garante quantos dias de atestado?

O tempo de atestado varia conforme o tipo e a gravidade da hepatite. Em média, para hepatite A aguda: 7 a 14 dias; hepatite B aguda: 14 a 28 dias; hepatite C aguda: 14 a 21 dias. Casos graves podem exigir 30 a 60 dias ou mais. O médico deve reavaliar semanalmente.

CID 070 é contagioso?

Sim, as hepatites virais são contagiosas, mas a transmissão depende do vírus. Hepatite A e E transmitem-se por via fecal-oral; hepatite B, C e D por via parenteral, sexual e vertical. O isolamento não é necessário para a maioria dos casos, exceto para hepatite A (cuidados com higiene pessoal e não preparar alimentos enquanto estiver doente).

O CID 070 tem cura?

Depende do tipo. Hepatite A e E são autolimitadas e curam-se espontaneamente na fase aguda, sem cronificação. Hepatite B aguda pode ser curada (cerca de 90% dos adultos), mas a hepatite B crônica é controlada com antivirais, não erradicada completamente. Hepatite C tem cura em mais de 95% com os tratamentos atuais (DAAs). Hepatite D pode ser controlada com interferon, mas as taxas de cura são menores.

O CID 070 é grave?

Pode variar de leve a grave. A maioria das hepatites virais agudas é benigna, mas a hepatite fulminante (0,1-1% dos casos) é potencialmente fatal. As hepatites crônicas B e C podem levar a cirrose e câncer hepático se não tratadas. Por isso, o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico são fundamentais.

Quais exames são necessários para diagnosticar o CID 070?

Os exames incluem: hemograma, TGO, TGP, GGT, bilirrubinas, albumina, RNI, sorologias específicas (HAV, HBV, HCV, HEV), PCR para carga viral, e ultrassonografia abdominal. Em casos selecionados, biópsia hepática ou elastografia hepática (FibroScan).

Posso tomar medicamentos para dor com CID 070?

Deve-se ter muito cuidado. Analgésicos como paracetamol (em doses elevadas) e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) podem ser hepatotóxicos. Consulte seu médico antes de usar qualquer medicamento, inclusive fitoterápicos. O paracetamol em doses terapêuticas (até 2g/dia) é geralmente seguro na hepatite leve, mas evite em casos graves.

Como prevenir a transmissão da hepatite B para o parceiro?

Use preservativo em todas as relações sexuais, vacine o parceiro (se suscetível) e evite compartilhar objetos que possam conter sangue (escova de dente, lâminas). Se você tem hepatite B crônica, o parceiro deve fazer exames e, se não vacinado, completar o esquema vacinal.

O CID 070 pode voltar depois do tratamento?

Após a cura da hepatite A ou E, a imunidade é duradoura e não há recidiva. Na hepatite B curada (HBsAg negativo, anti-HBs positivo), a reativação é rara, mas pode ocorrer em imunossupressão. Na hepatite C curada, não há recidiva, mas o paciente pode ser reinfectado se continuar exposto. A hepatite B crônica, quando controlada com antivirais, requer tratamento contínuo; a suspensão pode levar a reativação.

Quanto tempo leva para se recuperar do CID 070?

A recuperação da hepatite aguda sintomática pode levar de 2 a 8 semanas, dependendo do vírus e da gravidade. A fadiga pode persistir por alguns meses. No caso de hepatite B crônica, o tratamento é contínuo; na hepatite C, a cura é confirmada 12 semanas após o término do tratamento.

Onde posso saber mais sobre o CID 070?

Consulte fontes oficiais como o BVSalud, o site da CFM e o Ministério da Saúde. Além disso, nossa clínica oferece esclarecimentos personalizados.

Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clinica Popular Fortaleza, com base na CID-10 (OMS) e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.

Última atualização: 21/06/2026

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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O diagnóstico e o tratamento indicados pelo CID devem ser definidos pelo médico responsável com base no exame clínico completo. Não use este artigo como base para autodiagnóstico ou prescrição.

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