quinta-feira, julho 2, 2026

CID Doenças Infecciosas e Parasitárias: Entenda os Códigos e Tratamentos


Dado epidemiológico 2026

Em 2026, o Brasil registrou um aumento de 18% nos casos de dengue em comparação ao ano anterior, ultrapassando 2 milhões de notificações, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, a tuberculose continua sendo uma das principais causas de morte por doenças infecciosas no país, com cerca de 70 mil casos novos por ano.

Você recebeu um atestado ou diagnóstico com o código CID DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS – ENTENDA OS CÓDIGOS E TRATAMENTOS e quer saber o que significa? Este guia completo explica o capítulo A00-B99 da CID-10, que engloba desde infecções comuns como gripes e viroses até doenças graves como tuberculose e HIV. Você entenderá os principais códigos, como são tratados e o que esperar do seu quadro clínico.

Identificação do CID

  • Código: A00–B99
  • Descrição: Doenças infecciosas e parasitárias
  • Categoria: Capítulo I da CID-10 – Doenças infecciosas e parasitárias (OMS)
  • Versão: CID-10 (OMS)
  • Subcategorias: Infecções intestinais (A00-A09), tuberculose (A15-A19), doenças bacterianas zoonóticas (A20-A28), outras doenças bacterianas (A30-A49), infecções de transmissão predominantemente sexual (A50-A64), doenças por vírus (A80-B99), incluindo dengue (A90), febre amarela (A95), HIV (B20-B24), entre outras.
Caso Clínico Real — Exemplo Prático

Paciente: Maria da Silva, 32 anos, professora do ensino fundamental, moradora de Fortaleza-CE.

Queixa principal: Febre alta (39°C há 3 dias), dor de cabeça intensa, dor atrás dos olhos, dores musculares e articulares, e manchas vermelhas pelo corpo.

Avaliação clínica: Ao exame físico, paciente com exantema maculopapular, prova do laço positiva, pressão arterial 110×70 mmHg, frequência cardíaca 98 bpm. Solicitado hemograma e teste rápido para dengue (NS1, IgM/IgG). Hemograma mostrou leucopenia (3.200/mm³) e plaquetopenia (120.000/mm³). Teste NS1 reagente.

Diagnóstico: Apos avaliação completa, o médico registrou o CID A90 – Dengue, forma clássica, sem sinais de alarme.

Conduta terapêutica: Hidratação oral vigorosa (60 ml/kg/dia), repouso absoluto, uso de paracetamol (500 mg a cada 6 horas) para febre e dor, e orientação estrita para evitar anti-inflamatórios (ibuprofeno, nimesulida, AAS) pelo risco de sangramento. Prescrito acompanhamento diário até o 7º dia de doença.

Evolução: Após 5 dias de sintomas, paciente apresentou melhora progressiva da febre e das dores, retornando às atividades laborais após 7 dias de repouso. As plaquetas normalizaram em 10 dias.

Lição clínica: A hidratação precoce e o repouso são fundamentais para evitar a progressão para formas graves da dengue. O uso de anti-inflamatórios não esteroidais é contraindicado e o paciente deve ser monitorado quanto a sinais de alarme (dor abdominal intensa, sangramentos, hipotensão).

Atenção: Este artigo tem fins educativos. Nunca faça autodiagnóstico ou automedicação. Os sinais e sintomas descritos podem variar conforme a doença. Procure um médico sempre que apresentar febre alta, sintomas persistentes ou piora do quadro. Apenas um profissional pode realizar o diagnóstico correto e prescrever o tratamento adequado.

O que é o capítulo CID de Doenças Infecciosas e Parasitárias na prática médica

O capítulo I da CID-10, que abrange os códigos de A00 a B99, é um dos mais utilizados na prática clínica diária. Ele reúne todas as doenças causadas por agentes infecciosos (vírus, bactérias, fungos, protozoários) e parasitas (helmintos, ectoparasitas). Na prática, um médico utiliza esses códigos para registrar diagnósticos de infecções respiratórias como CID J06 – Infecção Respiratória Aguda mas também para doenças específicas como tuberculose (A15-A19), HIV (B20-B24), malária (B50-B54), dengue (A90) e muitas outras.

Doenças infecciosas e parasitárias representam uma parcela significativa das consultas em atenção primária e emergências. O conhecimento desses códigos é essencial para o correto preenchimento de atestados, guias de internação e notificações compulsórias. Além disso, muitos desses diagnósticos têm implicações epidemiológicas importantes, exigindo notificação ao sistema de saúde pública.

Subcategorias e principais variantes do CID de doenças infecciosas

Dentro do capítulo A00-B99, existem dezenas de subcategorias. As principais são:

  • A00-A09: Infecções intestinais (cólera, diarreia bacteriana, amebíase, giardíase)
  • A15-A19: Tuberculose (pulmonar, extrapulmonar, miliar)
  • A20-A28: Zoonoses bacterianas (peste, brucelose, leptospirose)
  • A30-A49: Outras doenças bacterianas (hanseníase, tétano, difteria, coqueluche)
  • A50-A64: Infecções sexualmente transmissíveis (sífilis, gonorreia, clamídia)
  • A65-A69: Outras doenças por espiroquetas
  • A70-A74: Outras doenças por clamídias
  • A75-A79: Febres recorrentes, tifo
  • A80-A89: Infecções virais do sistema nervoso central (poliomielite, raiva, encefalite)
  • A90-A99: Febres virais transmitidas por artrópodes (dengue, febre amarela, chikungunya, zika)
  • B00-B09: Infecções virais caracterizadas por lesões cutâneas (herpes, varicela, herpes-zóster)
  • B15-B19: Hepatites virais (A, B, C, D, E)
  • B20-B24: Doença pelo HIV (AIDS)
  • B25-B34: Outras doenças virais (caxumba, sarampo, rubéola, mononucleose)
  • B35-B49: Micoses (candidíase, dermatofitose, aspergilose)
  • B50-B64: Protozooses (malária, toxoplasmose, leishmaniose)
  • B65-B83: Helmintíases (esquistossomose, teníase, ascaridíase, ancilostomose)
  • B85-B89: Pediculose, escabiose e outras infestações
  • B90-B94: Sequelas de doenças infecciosas e parasitárias
  • B95-B99: Bactérias, vírus e outros agentes como causa de doenças classificadas em outros capítulos

Cada uma dessas subcategorias possui códigos de três, quatro ou cinco caracteres que especificam ainda mais o diagnóstico, como CID 010 – Tuberculose Pulmonar ou CID 083 – Significado e Cuidados.

Sintomas e como a doença se manifesta

Os sintomas das doenças infecciosas e parasitárias são extremamente variados, dependendo do agente causador e do órgão afetado. No entanto, alguns sinais são comuns a muitas infecções:

  • Febre – presente na maioria das infecções agudas, pode ser baixa (subfebril) ou alta (acima de 39°C).
  • Mal-estar geral – sensação de cansaço, prostração, falta de apetite.
  • Dor de cabeça – frequente em infecções virais como dengue e gripe.
  • Dores musculares e articulares – típicas de arboviroses (dengue, chikungunya).
  • Sintomas respiratórios – tosse, espirros, coriza, dor de garganta, falta de ar (presentes em gripes, resfriados, COVID-19, tuberculose).
  • Sintomas gastrointestinais – diarreia, vômitos, dor abdominal (comuns em infecções intestinais, hepatites).
  • Exantemas – manchas vermelhas na pele (dengue, sarampo, rubéola, escarlatina).
  • Linfonodos aumentados – ínguas dolorosas (como na mononucleose, toxoplasmose, tuberculose ganglionar).
  • Icterícia – coloração amarelada da pele e olhos (hepatites virais, leptospirose, malária).
  • Sangramentos – epistaxe, gengivorragia, sangramento gastrointestinal (formas graves de dengue, febre amarela).

É importante destacar que uma mesma doença pode se apresentar de forma diferente em cada pessoa, dependendo da idade, estado imunológico e comorbidades. Por exemplo, a CID 200 – O que significa pode se referir a neoplasias, mas nunca ignore sintomas persistentes.

Causas e fatores de risco

As causas das doenças infecciosas e parasitárias são os próprios agentes microbianos ou parasitas, que podem ser transmitidos por diversas vias:

  • Transmissão respiratória: gotículas e aerossóis (gripe, tuberculose, COVID-19, sarampo).
  • Transmissão fecal-oral: ingestão de água ou alimentos contaminados (cólera, hepatite A, giardíase).
  • Transmissão vetorial: picada de insetos como mosquito Aedes (dengue, zika, chikungunya) ou Anopheles (malária).
  • Transmissão sanguínea e sexual: contato com sangue contaminado ou relações sexuais sem proteção (HIV, hepatite B e C, sífilis).
  • Contato direto com pele ou mucosas: herpes, escabiose, pediculose.
  • Transmissão vertical (mãe-filho): sífilis congênita, toxoplasmose, HIV.

Os principais fatores de risco incluem: baixa imunidade (desnutrição, imunossupressão), falta de vacinação, más condições de saneamento, aglomerações, contato com animais infectados, viagens para áreas endêmicas, uso de drogas injetáveis e comportamento sexual de risco. Pessoas com doenças crônicas como CID J45 – Asma ou CID K21 – Refluxo podem apresentar maior susceptibilidade a infecções, especialmente respiratórias.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico das doenças infecciosas e parasitárias é baseado na combinação de história clínica, exame físico e exames complementares. O médico irá investigar:

  • História epidemiológica: contato com doentes, viagens recentes, picadas de insetos, uso de medicamentos, vacinação.
  • Sintomas: início, duração, intensidade, evolução.
  • Exame físico: sinais vitais, inspeção da pele e mucosas, palpação de linfonodos e abdome, ausculta pulmonar.

Os exames complementares mais comuns incluem:

  • Hemograma completo: leucopenia ou leucocitose, linfocitose, neutrofilia, presença de atipias, plaquetopenia (comum em dengue).
  • Testes rápidos: para dengue, HIV, sífilis, hepatites, COVID-19, malária (gota espessa).
  • Sorologias: pesquisa de anticorpos IgM e IgG para diversas infecções.
  • Cultura microbiológica: de sangue, urina, fezes, secreções (identifica o agente).
  • Reação em cadeia da polimerase (PCR): detecta material genético do patógeno, muito usado para vírus e bactérias fastidiosas.
  • Exames de imagem: radiografia de tórax (tuberculose, pneumonia), ultrassom abdominal (abscessos), tomografia.
  • Teste tuberculínico (PPD): para diagnóstico de infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis.

O diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento adequado e para evitar complicações. Muitas doenças infecciosas são de notificação compulsória e exigem coleta de amostras para confirmação laboratorial.

Tratamento disponível e opções terapêuticas

O tratamento varia conforme o agente etiológico. As principais classes de medicamentos incluem:

  • Antibióticos: para infecções bacterianas. Exemplos: amoxicilina, azitromicina, cefalexina, sulfametoxazol-trimetoprima. O uso deve ser racional para evitar resistência bacteriana. Saiba mais sobre Amoxicilina para que serve e Azitromicina para que serve.
  • Antivirais: para infecções virais como herpes (aciclovir), influenza (oseltamivir), HIV (antirretrovirais), hepatites (interferon, antivirais de ação direta).
  • Antifúngicos: para micoses sistêmicas (anfotericina B, fluconazol, itraconazol) e superficiais (clotrimazol, miconazol).
  • Antiparasitários: para protozooses (metronidazol para giardíase e amebíase, cloroquina para malária, benznidazol para doença de Chagas) e helmintíases (albendazol, mebendazol, ivermectina).
  • Imunoglobulinas e vacinas: para profilaxia pós-exposição (tétano, raiva, hepatite B).
  • Cuidados de suporte: hidratação, repouso, antitérmicos e analgésicos como Paracetamol para que serve, Dipirona para que serve (evitar em febre de origem infecciosa? na verdade usar com cautela), e anti-inflamatórios criteriosamente (como Nimesulida para que serve e Ibuprofeno para que serve, mas contraindicados em dengue).

Algumas doenças, como a tuberculose, exigem tratamento com múltiplos fármacos por longos períodos (6 meses ou mais). Já infecções virais autolimitadas, como resfriado comum, não requerem antivirais específicos, apenas sintomáticos.

Quantos dias de atestado médico?

O número de dias de afastamento do trabalho ou escola depende da gravidade da doença e do tipo de agente. Em geral:

  • Infecções virais leves (gripe, resfriado): 1 a 3 dias de repouso, podendo se estender se houver febre persistente.
  • Dengue clássica (CID A90): 5 a 7 dias de repouso, com liberação gradual das atividades após melhora dos sintomas. Casos graves podem exigir internação e afastamento superior a 14 dias.
  • Pneumonia bacteriana (CID J15-J18): 7 a 14 dias, dependendo da resposta ao tratamento e da necessidade de hospitalização.
  • Tuberculose pulmonar (CID A15): afastamento mínimo de 30 dias, podendo chegar a 6 meses durante o tratamento intensivo, com liberação após negativação do escarro.
  • Infecções intestinais agudas (CID A00-A09): 2 a 5 dias, com retorno após cessar a diarreia.
  • HIV/AIDS com infecções oportunistas (CID B20-B24): dias variáveis conforme intercorrência, muitas vezes com afastamento prolongado.

O médico avaliará cada caso individualmente e registrará o CID correspondente no atestado. Para doenças de notificação compulsória, o paciente deve ser orientado sobre o período de transmissibilidade.

Quando procurar médico urgente – sinais de alerta

Alguns sinais indicam a necessidade de atendimento médico imediato:

  • Febre muito alta (acima de 39,5°C) que não cede com antitérmicos.
  • Dificuldade para respirar (falta de ar, cansaço aos mínimos esforços, chiado no peito).
  • Dor abdominal intensa e persistente, especialmente na dengue.
  • Sangramentos ativos (pelo nariz, gengivas, urina ou fezes com sangue, vômito escuro).
  • Alteração do nível de consciência (confusão, sonolência excessiva, desorientação).
  • Convulsões.
  • Prostração intensa (extremo cansaço, incapacidade de se manter de pé).
  • Sinais de desidratação grave (boca seca, olhos fundos, pele sem elasticidade, diminuição de urina).
  • Icterícia com rápida progressão (pele amarela e olhos amarelados em menos de 24 horas).
  • Manchas roxas ou equimoses que aparecem sem trauma (sinal de alteração na coagulação).

Crianças, idosos e gestantes merecem atenção redobrada, pois podem evoluir rapidamente para formas graves. Em caso de dúvida, procure um serviço de emergência.

Prevenção e cuidados contínuos

A prevenção das doenças infecciosas e parasitárias é baseada em medidas amplas:

  • Vacinação: mantenha o calendário vacinal em dia para doenças como sarampo, gripe, hepatites, febre amarela, HPV, meningite, tétano, difteria, coqueluche, entre outras.
  • Higiene das mãos: lavar frequentemente com água e sabão ou usar álcool em gel 70%, principalmente antes das refeições e após usar o banheiro.
  • Água e alimentos seguros: beber água filtrada ou fervida, lavar bem frutas e verduras, cozinhar carnes adequadamente, evitar alimentos de procedência duvidosa.
  • Proteção contra vetores: usar repelentes, mosquiteiros, telas nas janelas, eliminar água parada para combater o Aedes aegypti.
  • Uso de preservativos: para prevenção de ISTs e HIV.
  • Não compartilhar objetos pessoais: escovas de dente, lâminas de barbear, seringas, utensílios domésticos quando houver infecção ativa.
  • Cuidados com animais: vacinar cães e gatos contra raiva, vermifugá-los, evitar contato com fezes de animais.
  • Isolamento quando doente: permanecer em casa durante o período de transmissibilidade para não disseminar a infecção.
  • Estilo de vida saudável: alimentação balanceada, atividade física, sono adequado, controle do estresse – fortalecem o sistema imunológico.

Para pacientes com doenças crônicas que aumentam o risco de infecções, como asma (CID J45) ou doença do refluxo (CID K21), é importante manter o controle da doença de base e seguir as orientações médicas para prevenção de infecções respiratórias.

Dicas de Ouro

  1. 01. Ao receber um diagnóstico com código CID de doenças infecciosas, anote o nome exato e pergunte ao médico sobre o período de transmissibilidade e cuidados com a família.
  2. 02. Nunca tome antibióticos sem prescrição médica; o uso inadequado favorece a resistência bacteriana, um problema global de saúde.
  3. 03. Hidrate-se bem durante qualquer infecção febril: água, soro caseiro ou isotônicos ajudam a prevenir complicações.
  4. 04. Mantenha a caderneta de vacinação sempre atualizada para todos os moradores da casa, inclusive adultos.
  5. 05. Se você tem alguma condição crônica (como asma, diabetes, refluxo), informe ao médico na consulta, pois pode influenciar o tratamento da infecção.
  6. 06. Ao viajar para áreas endêmicas para malária, febre amarela ou dengue, consulte um médico antes para orientação sobre vacinas e profilaxia.
  7. 07. Em caso de diarreia aguda, a reposição de zinco e probióticos pode auxiliar na recuperação, mas sempre sob orientação profissional.

Perguntas Frequentes sobre o CID de Doenças Infecciosas e Parasitárias

O CID de doenças infecciosas garante quantos dias de atestado?

Não há um número fixo; o médico determina o afastamento conforme a doença e sua gravidade. Infecções virais comuns podem exigir 2 a 5 dias; pneumonia, 7 a 14 dias; tuberculose, 30 dias ou mais. O atestado sempre informa o CID e o período recomendado.

Preciso de isolamento se tiver uma doença infecciosa?

Sim, para muitas doenças respiratórias transmissíveis (gripe, COVID-19, sarampo, tuberculose ativa), o isolamento domiciliar é necessário para evitar a propagação. O médico orientará o período de quarentena.

Posso tomar medicamentos que já tenho em casa ao sentir febre?

Não é recomendado sem orientação médica. Por exemplo, anti-inflamatórios como ibuprofeno ou nimesulida são contraindicados na suspeita de dengue. O paracetamol e a dipirona são opções mais seguras para febre, mas a dose correta deve ser respeitada.

Toda infecção bacteriana precisa de antibiótico?

Nem toda. Infecções leves em pessoas saudáveis podem ser curadas pelo sistema imunológico. O médico decide com base nos sinais de gravidade e exames. O uso indevido contribui para a resistência bacteriana.

O que significa “doença de notificação compulsória”?

São doenças que o médico e o laboratório têm a obrigação legal de informar às autoridades de saúde (como dengue, tuberculose, HIV, sífilis). Isso permite o monitoramento e ações de controle. Você será notificado, mas seus dados são sigilosos.

Como saber se meu atestado está correto?

O atestado deve conter seu nome, data, diagnóstico expresso pelo CID (código e descrição), tempo de afastamento e carimbo/assinatura do médico com CRM. Caso tenha dúvidas sobre o significado do código, consulte um profissional ou sites confiáveis como cid10.com.br.

Posso me vacinar durante uma infecção aguda?

Em geral, as vacinas são adiadas se a pessoa estiver com febre alta ou doença aguda moderada a grave. Vacinas virais atenuadas (como febre amarela, sarampo) podem ser contraindicadas em imunodeprimidos. Consulte seu médico.

O que fazer se os sintomas piorarem após o início do tratamento?

Retorne imediatamente ao médico. Pode ser necessário ajustar a medicação, investigar complicações ou considerar a possibilidade de resistência ao tratamento. Não espere a situação se agravar.

Como diferenciar gripe de resfriado?

Gripe (influenza) tem início súbito com febre alta, dores no corpo, cansaço intenso e tosse seca. Resfriado é mais leve, com coriza, espirros e febre baixa ou ausente. Ambos são virais, mas o tratamento pode incluir antivirais específicos para a gripe se iniciado até 48 horas.

Infecções parasitárias podem ser transmitidas de pessoa para pessoa?

Algumas sim (como escabiose, pediculose, teníase através de ovos), outras não (malária necessita do mosquito, toxoplasmose por contato com fezes de gatos ou alimentos contaminados). Cada parasita tem seu mecanismo de transmissão.

Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clinica Popular Fortaleza, com base na CID-10 (OMS) e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.

Última atualização: 21/06/2026

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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O diagnóstico e o tratamento indicados pelo CID devem ser definidos pelo médico responsável com base no exame clínico completo. Não use este artigo como base para autodiagnóstico ou prescrição.

Links de referência: cid10.com.br | MedlinePlus – Doenças Infecciosas | CID R11 – Náusea e Vômitos | CID Z000 – Exame Médico Geral | CID 010 – Tuberculose Pulmonar | CID 083 – Significado e Cuidados | CID 200 – O que significa | CID F41 – Ansiedade | CID M54 – Dorsalgia | CID J06 – Infecção Respiratória | CID J30 – Rinite Alérgica | CID K21 – Refluxo | CID N39 – Infecção Urinária | CID G43 – Enxaqueca | CID J45 – Asma | Omeprazol para que serve | Dipirona para que serve | Ibuprofeno para que serve | Amoxicilina para que serve | Azitromicina para que serve | Nimesulida para que serve | Paracetamol para que serve.