De acordo com a Federação Mundial de Obesidade, mais de 1,5 bilhão de adultos no mundo vivem com alguma doença metabólica (diabetes tipo 2, dislipidemia, obesidade ou síndrome metabólica). No Brasil, cerca de 60% da população adulta apresenta excesso de peso, e 1 em cada 4 brasileiros já recebeu o diagnóstico de pelo menos um transtorno metabólico classificado no capítulo CID E00-E90.
Você recebeu um atestado ou diagnóstico com o código CID DOENCAS-METABOLICAS-ENTENDA-DIAGNOSTICOS-E-TRATAMENTOS e quer saber o que significa? Este artigo foi escrito por um médico especialista em clínica médica para explicar de forma clara e completa o que são as doenças metabólicas, como são classificadas pela CID-10, quais os sintomas, as causas, os tratamentos disponíveis e quantos dias de atestado você pode precisar. Leia até o final para entender tudo sobre o tema e saber quando procurar ajuda.
- Código: E00-E90
- Descrição: Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas (Capítulo IV da CID-10)
- Categoria: Capítulo IV — Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas (CID-10)
- Versão: CID-10 (OMS)
- Subcategorias principais: E00-E07 (Tireoide), E10-E14 (Diabetes mellitus), E15-E16 (Outros transtornos da regulação da glicose), E20-E35 (Glândulas endócrinas), E40-E64 (Desnutrição), E65-E68 (Obesidade e hiperalimentação), E70-E90 (Transtornos metabólicos)
Paciente: Maria Aparecida, 47 anos, auxiliar administrativa
Queixa principal: Fadiga excessiva, sede constante, urina várias vezes à noite e ganho de peso progressivo (12 kg nos últimos 6 meses).
Avaliação clínica: Pressão arterial 142/92 mmHg, circunferência abdominal 104 cm, IMC 31,5 kg/m². Exames laboratoriais: glicemia de jejum 168 mg/dL, hemoglobina glicada 8,2%, colesterol total 245 mg/dL, triglicérides 380 mg/dL, HDL 34 mg/dL.
Diagnóstico: Após avaliação completa, o médico registrou o CID E11 — Diabetes mellitus tipo 2, associado a CID E78.5 — Hiperlipidemia mista e CID E66.0 — Obesidade por excesso de calorias. O caso foi classificado como Síndrome Metabólica.
Conduta terapêutica: Prescrição de metformina 850 mg duas vezes ao dia, sinvastatina 20 mg à noite, orientação nutricional individualizada (plano alimentar com redução de 500 kcal/dia) e encaminhamento para programa de atividade física supervisionada. Acompanhamento multidisciplinar com endocrinologista, nutricionista e educador físico.
Evolução: Após 12 semanas de tratamento, Maria perdeu 9 kg, a glicemia de jejum caiu para 112 mg/dL, hemoglobina glicada 6,5%, triglicérides 165 mg/dL e a pressão arterial estabilizou em 132/84 mmHg sem medicação anti-hipertensiva.
Lição clínica: O diagnóstico precoce das doenças metabólicas e a abordagem integrada (medicamentosa + mudança de estilo de vida) podem reverter ou controlar significativamente o quadro, prevenindo complicações cardiovasculares e renais a longo prazo.
O que é o CID E00-E90 na prática médica
O código CID E00-E90 abrange todas as doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na Classificação Internacional de Doenças, 10ª edição. Na prática clínica, esse capítulo inclui condições como diabetes mellitus (E10-E14), obesidade (E66), dislipidemias (E78), hipotireoidismo (E03), síndrome metabólica (E88.8) e distúrbios do metabolismo de aminoácidos, carboidratos e lipídios. Essas doenças têm em comum a alteração de processos bioquímicos essenciais do organismo, como a produção de hormônios, o uso de energia ou a regulação do peso corporal. O médico utiliza esse código para registrar diagnósticos, solicitar exames, justificar tratamentos e emitir atestados. É um dos capítulos mais utilizados na atenção primária e na clínica médica, devido à alta prevalência de obesidade, diabetes e colesterol alto na população brasileira.
Subcategorias e variantes do CID E00-E90
O capítulo E00-E90 é dividido em blocos que agrupam doenças por sistema ou tipo de transtorno. Os principais são:
- E00-E07: Doenças da tireoide (bócio, hipotireoidismo, tireoidite, hipertireoidismo).
- E10-E14: Diabetes mellitus (tipo 1, tipo 2, gestacional e outros tipos específicos).
- E15-E16: Outros transtornos da regulação da glicose (hipoglicemia, hiperglicemia não diabética).
- E20-E35: Doenças de outras glândulas endócrinas (paratireoide, hipófise, suprarrenais, gônadas).
- E40-E64: Desnutrição e deficiências nutricionais (marasmo, kwashiorkor, avitaminoses).
- E65-E68: Obesidade e outros tipos de hiperalimentação (obesidade exógena, obesidade mórbida).
- E70-E90: Transtornos metabólicos (fenilcetonúria, galactosemia, distúrbios do ciclo da ureia, dislipidemias, porfiria, etc.).
Cada subcategoria possui códigos de quatro caracteres que especificam o tipo, a etiologia ou a complicação da doença. Por exemplo, E11.9 é diabetes mellitus tipo 2 sem complicações, enquanto E11.2 indica diabetes tipo 2 com complicações renais.
Sintomas e como as doenças metabólicas se manifestam
Os sintomas variam conforme a doença metabólica específica, mas existem sinais comuns que merecem atenção:
- Diabetes mellitus (E10-E14): Sede excessiva, boca seca, urina frequente (inclusive à noite), cansaço, visão turva, feridas que demoram a cicatrizar, formigamento nas mãos ou pés.
- Dislipidemia (E78): Geralmente assintomática por anos; pode manifestar-se com xantomas (depósitos de gordura na pele), arco corneano ou pancreatite (se triglicérides muito elevados).
- Obesidade (E66): Ganho de peso progressivo, falta de ar aos esforços, dores articulares, apneia do sono, baixa autoestima.
- Hipotireoidismo (E03): Cansaço, intolerância ao frio, pele seca, unhas quebradiças, constipação, ganho de peso, depressão.
- Síndrome metabólica (E88.8): Conjunto de obesidade abdominal, pressão alta, glicemia elevada e colesterol alterado.
Muitas doenças metabólicas evoluem de forma silenciosa por anos, o que reforça a importância de exames de rotina mesmo na ausência de sintomas.
Causas e fatores de risco
As doenças metabólicas têm origem multifatorial. As principais causas incluem:
- Genética e hereditariedade: Histórico familiar de diabetes, obesidade, dislipidemia ou doenças da tireoide aumenta significativamente o risco.
- Estilo de vida: Alimentação rica em ultraprocessados, açúcares refinados e gorduras saturadas, combinada com sedentarismo, é o principal fator desencadeante das doenças metabólicas adquiridas.
- Excesso de peso: O tecido adiposo visceral produz substâncias inflamatórias que alteram a sensibilidade à insulina e o metabolismo lipídico.
- Envelhecimento: A partir dos 40-45 anos, o metabolismo basal diminui e a resistência à insulina tende a aumentar.
- Desequilíbrios hormonais: Doenças da tireoide, síndrome dos ovários policísticos e distúrbios da hipófise podem levar a alterações metabólicas secundárias.
- Uso de medicamentos: Corticosteroides, antipsicóticos e alguns imunossupressores podem induzir ganho de peso, diabetes ou dislipidemia.
Segundo o Ministério da Saúde, 80% dos casos de diabetes tipo 2 poderiam ser prevenidos com mudanças no estilo de vida, o que evidencia o peso dos fatores comportamentais no desenvolvimento dessas doenças.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico das doenças metabólicas é clínico e laboratorial. O médico segue estas etapas:
- Anamnese detalhada: Histórico de sintomas, ganho de peso, hábitos alimentares, atividade física, uso de medicamentos, histórico familiar e presença de doenças associadas (hipertensão, diabetes, colesterol).
- Exame físico completo: Medida de peso, altura, IMC, circunferência abdominal, pressão arterial, palpação da tireoide, avaliação de pele e mucosas.
- Exames laboratoriais de rotina: Glicemia de jejum, hemoglobina glicada, perfil lipídico (colesterol total, HDL, LDL, triglicérides), função tireoidiana (TSH, T4 livre), ácido úrico, função hepática e renal.
- Exames complementares: Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) se houver suspeita de diabetes ou pré-diabetes, ultrassom de tireoide, elastografia hepática (para esteatose), monitorização ambulatorial da pressão arterial.
- Classificação CID: Com base nos achados, o médico registra o código correspondente (ex: E11.9 para diabetes tipo 2 sem complicações).
O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações como infarto, AVC, insuficiência renal, cegueira e amputações.
Tratamento disponível e opções terapêuticas
O tratamento das doenças metabólicas é multimodal e individualizado. As principais abordagens incluem:
- Mudança do estilo de vida: Base do tratamento. Inclui reeducação alimentar com redução de calorias, carboidratos simples e gorduras saturadas, aumento do consumo de fibras, frutas, vegetais e proteínas magras. Atividade física aeróbica e resistida por pelo menos 150 minutos/semana.
- Tratamento medicamentoso:
- Diabetes: Metformina (1ª linha), sulfonilureias, inibidores de SGLT2, agonistas GLP-1, insulina quando necessário.
- Dislipidemia: Estatinas (sinvastatina, atorvastatina), fibratos, ezetimiba, ômega-3 em altas doses.
- Obesidade: Orlistate, liraglutida, semaglutida (para obesidade grau II ou III associada a comorbidades).
- Hipotireoidismo: Levotiroxina (reposição hormonal).
- Cirurgia bariátrica: Indicada para obesidade grau III (IMC ≥40) ou grau II (IMC ≥35 com comorbidades) refratária ao tratamento clínico.
- Acompanhamento multidisciplinar: Endocrinologista, nutricionista, educador físico, psicólogo e, quando necessário, cardiologista e nefrologista.
- Tecnologias e inovação 2026: Monitores contínuos de glicose, aplicativos de saúde digital, telemedicina para acompanhamento remoto e programas de coaching em saúde.
O objetivo principal é controlar os parâmetros metabólicos, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida. O tratamento é crônico e requer adesão contínua.
Quantos dias de atestado médico
O número de dias de atestado para doenças metabólicas depende do quadro clínico, da gravidade, do tipo de tratamento e da necessidade de afastamento do trabalho. De forma geral:
- Consulta inicial e exames: 1 a 2 dias para realização de exames laboratoriais e consulta com especialista.
- Descompensação diabética (E10-E14 com complicações): 5 a 15 dias, dependendo da necessidade de internação ou ajuste de insulina.
- Obesidade grau III com comorbidades descompensadas: 3 a 10 dias para início de tratamento intensivo e avaliação multidisciplinar.
- Hipotireoidismo descompensado (E03): 2 a 5 dias para ajuste de levotiroxina e estabilização clínica.
- Dislipidemia grave com pancreatite aguda (E78 com K85): 10 a 30 dias, com necessidade de internação hospitalar.
- Cirurgia bariátrica (E66): 30 a 60 dias de afastamento, conforme complexidade do procedimento e recuperação.
O médico avalia cada caso individualmente e define o período de afastamento mais adequado. O atestado deve conter o CID correspondente e a justificativa clínica.
Quando procurar médico urgente / sinais de alerta
Algumas situações indicam que a doença metabólica pode estar descompensada ou evoluindo com complicações graves. Procure atendimento médico de urgência se apresentar:
- Glicemia capilar > 300 mg/dL com sintomas de hiperglicemia (sede intensa, boca seca, fraqueza, visão turva).
- Sinais de cetoacidose diabética: Náuseas, vômitos, dor abdominal, respiração ofegante, hálito cetônico (frutado), confusão mental.
- Sinais de hipoglicemia grave: Palidez, sudorese fria, tremores, confusão, desmaio ou convulsão (especialmente em diabéticos em uso de insulina ou sulfonilureias).
- Dor torácica, falta de ar súbita ou palpitações — podem indicar evento cardiovascular (IAM, AVC) associado a dislipidemia ou diabetes.
- Feridas que não cicatrizam, com sinais de infecção (vermelhidão, pus, febre) — risco de pé diabético e amputação.
- Ganho ou perda de peso muito rápidos (mais de 5 kg em 1 mês) sem causa aparente.
- Fraqueza muscular progressiva, cãibras intensas ou alterações na fala — podem indicar distúrbios metabólicos graves ou complicações neurológicas.
Em caso de qualquer sinal de alerta, não espere a consulta agendada. Dirija-se a uma emergência ou unidade de pronto-atendimento.
Prevenção e cuidados contínuos
A prevenção das doenças metabólicas é baseada em hábitos saudáveis e monitoramento regular. As principais medidas incluem:
- Alimentação equilibrada: Priorizar alimentos in natura (frutas, verduras, legumes, grãos integrais, leguminosas), reduzir consumo de açúcar, sal e gorduras trans. A dieta DASH ou mediterrânea é recomendada para prevenção de doenças metabólicas.
- Atividade física regular: Mínimo de 150 minutos de atividade aeróbica moderada por semana (caminhada rápida, natação, bicicleta) combinada com exercícios de resistência (musculação) 2 vezes por semana.
- Controle do peso corporal: Manter IMC entre 18,5 e 24,9 kg/m² e circunferência abdominal < 94 cm em homens e < 80 cm em mulheres.
- Exames de rotina anuais: Glicemia de jejum, hemoglobina glicada, perfil lipídico, TSH, ácido úrico e função hepática/renal a partir dos 40 anos ou antes, se houver fatores de risco.
- Não fumar e moderar o consumo de álcool: Tabagismo e etilismo são fatores de risco independentes para doenças metabólicas e cardiovasculares.
- Gerenciamento do estresse e do sono: Dormir 7-9 horas por noite e praticar técnicas de relaxamento ajudam a regular hormônios como cortisol, insulina e grelina.
Pacientes com diagnóstico já estabelecido devem manter acompanhamento regular com clínico geral ou endocrinologista, ajustar medicações conforme necessário e fazer exames periódicos para prevenir complicações.
- 01. Faça exames de rotina (glicemia, colesterol, TSH) pelo menos uma vez por ano, mesmo sem sintomas. Muitas doenças metabólicas são silenciosas.
- 02. Se você recebeu o CID E11 (diabetes tipo 2), saiba que a metformina é o medicamento de primeira linha e deve ser tomada junto com as refeições para evitar desconforto gastrointestinal.
- 03. Para dislipidemia (E78), a combinação de estatina com mudança alimentar pode reduzir o risco cardiovascular em até 40% em 5 anos.
- 04. Nunca interrompa o tratamento por conta própria, mesmo que se sinta bem. As doenças metabólicas exigem controle contínuo.
- 05. Se você tem obesidade (E66) e não consegue perder peso com dieta e exercícios, procure um endocrinologista. Existem medicamentos aprovados e cirurgia bariátrica para casos indicados.
- 06. Cuidado com dietas da moda e suplementos milagrosos. O tratamento baseado em evidências é o único que traz resultados seguros e duradouros.
- 07. Mantenha um diário alimentar e de atividades físicas por pelo menos 2 semanas antes da consulta. Isso ajuda o médico a identificar padrões e ajustar a conduta.
Perguntas Frequentes sobre o CID DOENÇAS METABÓLICAS
O CID E00-E90 garante quantos dias de atestado?
Não há um número fixo de dias para todo o capítulo. O período de afastamento depende da doença específica, da gravidade e da resposta ao tratamento. Em média, para diabetes descompensada são 5 a 15 dias; para hipotireoidismo descompensado, 2 a 5 dias; para obesidade grau III com comorbidades, 3 a 10 dias. O médico define o período adequado para cada caso.
O que significa CID E11?
CID E11 é o código para Diabetes mellitus tipo 2. É o tipo mais comum de diabetes, geralmente associado a obesidade, sedentarismo e resistência à insulina. O código pode ser complementado com um quarto caractere para indicar complicações (ex: E11.2 para complicações renais).
CID E78 é grave?
CID E78 corresponde a dislipidemia (colesterol ou triglicérides elevados). A gravidade depende dos níveis e da presença de outros fatores de risco. Colesterol LDL acima de 190 mg/dL ou triglicérides acima de 500 mg/dL requerem tratamento imediato para prevenir pancreatite e eventos cardiovasculares.
CID E66 é considerado doença?
Sim, CID E66 é o código para obesidade, reconhecida como doença crônica pela OMS. A obesidade é classificada em graus (I, II e III) conforme o IMC e está associada a mais de 200 complicações de saúde, incluindo diabetes, hipertensão e câncer.
Doenças metabólicas têm cura?
A maioria das doenças metabólicas crônicas (diabetes tipo 2, dislipidemia, obesidade, hipotireoidismo) não tem cura, mas tem controle. Com tratamento adequado, é possível manter os parâmetros dentro da normalidade e prevenir complicações. Diabetes tipo 2 pode entrar em remissão com perda de peso significativa.
Preciso de encaminhamento para endocrinologista?
Na rede pública (SUS), geralmente é necessário passar primeiro pelo clínico geral ou médico da família, que solicita exames iniciais e, se necessário, encaminha para o endocrinologista. Na rede privada, você pode agendar diretamente com o especialista.
Qual a diferença entre CID E10 e E11?
CID E10 é diabetes mellitus tipo 1 (doença autoimune, geralmente diagnosticada em crianças e adolescentes, dependente de insulina). CID E11 é diabetes tipo 2 (geralmente em adultos, associado a resistência à insulina e obesidade, tratado inicialmente com medicamentos orais).
CID E03 (hipotireoidismo) precisa de tratamento para sempre?
Sim, na maioria dos casos o hipotireoidismo primário (E03.8 ou E03.9) requer reposição contínua com levotiroxina. O tratamento é seguro, de baixo custo e permite vida normal. A dose é ajustada conforme exames de TSH.
CID E88.8 (síndrome metabólica) é um diagnóstico definitivo?
Sim, a síndrome metabólica é um diagnóstico clínico que reúne obesidade abdominal, hipertensão, glicemia alterada e dislipidemia. O código E88.8 é usado para “outros transtornos metabólicos especificados”, incluindo a síndrome metabólica. O tratamento é combinado para todos os componentes.
O CID E00-E90 cobre doenças da tireoide?
Sim, o bloco E00-E07 é dedicado às doenças da tireoide, incluindo bócio (E00-E02), hipotireoidismo (E03), hipertireoidismo (E05) e tireoidite (E06). Essas condições são consideradas endócrinas e metabólicas.
Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clinica Popular Fortaleza, com base na CID-10 (OMS) e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.
Última atualização: 21/06/2026
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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O diagnóstico e o tratamento indicados pelo CID devem ser definidos pelo médico responsável com base no exame clínico completo. Não use este artigo como base para autodiagnóstico ou prescrição.
Links externos de referência:
CID-10 E00-E90 — cid10.com.br
Metabolic Disorders — MedlinePlus (NIH)
Biblioteca Virtual em Saúde — BVS
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