Estima-se que 10% da população brasileira apresentará ao menos um episódio de úlcera péptica ao longo da vida. Em 2025-2026, a infecção por Helicobacter pylori ainda responde por 70% dos casos de úlcera gástrica, sendo a principal causa evitável. O CID K25 representa aproximadamente 4% de todas as internações por doenças digestivas no Brasil.
Você recebeu um atestado ou diagnóstico com o código CID ÚLCERA-GÁSTRICA e quer saber o que significa? Este artigo explica de forma clara e completa o CID K25, desde o significado clínico até o tratamento, tempo de afastamento e prevenção. Baseamos as informações em protocolos atualizados do Ministério da Saúde e da CID-10 da OMS. Leia até o final para esclarecer todas as suas dúvidas.
- Código: K25
- Descrição: Úlcera gástrica (incluindo úlcera péptica do estômago)
- Categoria: Capítulo XI – Doenças do aparelho digestivo (K00-K93)
- Versão: CID-10 (OMS)
- Subcategorias: K25.0 (com hemorragia), K25.1 (com perfuração), K25.2 (com hemorragia e perfuração), K25.3 (sem hemorragia nem perfuração), K25.4 (crônica não especificada), K25.5 (com obstrução), K25.6 (com hemorragia e obstrução), K25.7 (com perfuração e obstrução), K25.8 (outras), K25.9 (não especificada)
Paciente: Sr. Carlos Almeida, 48 anos, motorista de aplicativo
Queixa principal: Dor epigástrica intensa, em queimação, associada a náuseas e sensação de empachamento há 3 semanas. Nos últimos 3 dias notou fezes escurecidas (melena) e tontura ao levantar.
Avaliação clínica: Ao exame, apresentava palidez cutânea, taquicardia (FC 102 bpm) e dor à palpação profunda do epigástrio. Hemograma mostrou anemia microcítica (Hb 9,8 g/dL). Endoscopia digestiva alta revelou úlcera gástrica ativa na pequena curvatura, com estigmas de sangramento recente. Teste rápido da urease foi positivo para H. pylori.
Diagnóstico: Apos avaliação completa, o médico registrou o CID K25.0 — úlcera gástrica com hemorragia, associada a infecção por Helicobacter pylori.
Conduta terapêutica: Internação para estabilização hemodinâmica, com reposição volêmica e transfusão de concentrado de hemácias (2 unidades). Iniciou terapia tripla para erradicação do H. pylori: omeprazol 40 mg 2x/dia, amoxicilina 1 g 2x/dia e claritromicina 500 mg 2x/dia por 14 dias. Recebeu alta após 4 dias com prescrição de IBP em dose plena por 8 semanas.
Evolução: Após 60 dias, o paciente estava assintomático, com nova endoscopia mostrando cicatrização completa da úlcera. Teste respiratório para H. pylori foi negativo. Retornou ao trabalho normalmente, orientado a evitar AINEs e a manter seguimento clínico anual.
Lição clínica: A úlcera gástrica com sangramento é uma emergência que exige diagnóstico e tratamento precoces. A erradicação do H. pylori reduz o risco de recorrência em mais de 80%.
O que é o CID K25 na prática médica?
O CID K25 é o código da Classificação Internacional de Doenças (10ª revisão) designado para úlcera gástrica, também chamada de úlcera péptica do estômago. Trata-se de uma lesão na mucosa que reveste o órgão, formando uma ferida aberta que pode variar de poucos milímetros a vários centímetros. Na prática clínica, o CID K25 é usado por médicos de todas as especialidades — especialmente clínicos gerais, gastroenterologistas e cirurgiões — para registrar o diagnóstico em prontuários, atestados, laudos e autorizações de exames.
A úlcera gástrica difere da úlcera duodenal (CID K26) por estar localizada no estômago. Embora os sintomas sejam semelhantes, a úlcera gástrica apresenta maior risco de malignidade, por isso todo diagnóstico deve ser confirmado por endoscopia com biópsia. O CID K25 está inserido no Capítulo XI do CID-10 (Doenças do Aparelho Digestivo) e possui nove subcategorias que detalham a presença de complicações como sangramento, perfuração ou obstrução.
No Brasil, o CID K25 é frequentemente associado a infecção por Helicobacter pylori e ao uso crônico de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). O conhecimento desse código é relevante tanto para profissionais de saúde quanto para pacientes, pois determina o tipo de tratamento, o tempo de afastamento do trabalho e a necessidade de exames complementares.
Subcategorias e variantes do CID K25
O CID K25 é subdividido em categorias que especificam a presença de complicações. Conhecer essas subcategorias é essencial para o registro correto e para a definição da conduta. Abaixo, listamos as principais:
- K25.0 – Úlcera gástrica com hemorragia: quando a lesão sangra ativamente ou apresenta sinais de sangramento recente.
- K25.1 – Úlcera gástrica com perfuração: quando a úlcera atravessa toda a parede do estômago, causando vazamento de conteúdo gástrico na cavidade abdominal (emergência cirúrgica).
- K25.2 – Úlcera gástrica com hemorragia e perfuração: combinação das duas complicações.
- K25.3 – Úlcera gástrica sem hemorragia nem perfuração: forma mais comum, sem complicações agudas.
- K25.4 – Úlcera gástrica crônica não especificada: lesão de longa duração, sem especificação de complicação.
- K25.5 – Úlcera gástrica com obstrução: quando a cicatrização da úlcera causa estreitamento do estômago, impedindo a passagem dos alimentos.
- K25.6, K25.7 – Combinações com hemorragia e obstrução ou perfuração e obstrução.
- K25.8 – Outras úlceras gástricas especificadas.
- K25.9 – Úlcera gástrica não especificada: usada quando não há detalhes sobre complicações.
A escolha da subcategoria correta impacta diretamente o tratamento, o prognóstico e o tempo de afastamento. Por exemplo, uma úlcera com hemorragia (K25.0) geralmente exige internação e afastamento mais prolongado do que uma sem complicação (K25.3).
Sintomas e como a doença se manifesta
Os sintomas da úlcera gástrica podem variar de leves a intensos, e cerca de 30% dos pacientes são assintomáticos. Os sinais mais comuns incluem:
- Dor epigástrica (na “boca do estômago”) em queimação ou ardência, que pode piorar com a alimentação (diferente da úlcera duodenal, onde a dor melhora ao comer).
- Sensação de empachamento ou plenitude gástrica após pequenas refeições.
- Náuseas e vômitos, que podem aliviar temporariamente a dor.
- Pirose (azia) e regurgitação ácida.
- Sangramento digestivo: manifesta-se por fezes escuras e pastosas (melena) ou vômitos com sangue (hematêmese). Sinais de anemia como palidez, fraqueza e tontura.
- Perda de peso involuntária devido ao medo de comer ou à dor pós-prandial.
A dor da úlcera gástrica costuma ser intermitente, com períodos de remissão e exacerbação. Exacerbações podem ser desencadeadas por estresse, jejum prolongado, ingestão de álcool, alimentos condimentados e uso de AINEs. A presença de sangramento, perfuração ou obstrução altera o quadro clínico para emergência – nesses casos, a dor se torna intensa e contínua, associada a sinais de instabilidade hemodinâmica.
Causas e fatores de risco
A úlcera gástrica resulta do desequilíbrio entre os mecanismos de agressão e defesa da mucosa do estômago. As duas principais causas são:
- Infecção por Helicobacter pylori (H. pylori): presente em 60-80% dos casos de úlcera gástrica. A bactéria coloniza a mucosa e desencadeia inflamação crônica, reduzindo a produção de muco protetor e aumentando a secreção ácida.
- Uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs): medicamentos como ibuprofeno, diclofenaco, nimesulida, cetoprofeno e ácido acetilsalicílico inibem a síntese de prostaglandinas, substâncias que protegem a mucosa gástrica. O risco é dose-dependente e aumenta em idosos, pacientes com história de úlcera e uso concomitante de corticoides ou anticoagulantes.
Fatores de risco adicionais:
- Tabagismo: prejudica a cicatrização e aumenta a produção de ácido.
- Consumo excessivo de álcool: agride diretamente a mucosa.
- Estresse crônico: não causa úlcera diretamente, mas pode exacerbar sintomas e retardar a cicatrização.
- Idade avançada: maior prevalência de infecção por H. pylori e uso de AINEs.
- História familiar: predisposição genética para úlcera péptica.
- Doenças graves: pacientes em UTI, com grandes queimados ou sepsis podem desenvolver úlceras de estresse.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico da úlcera gástrica combina avaliação clínica com exames complementares. O padrão-ouro é a endoscopia digestiva alta (EDA), que permite visualizar diretamente a lesão, coletar biópsias e realizar testes para H. pylori. As etapas são:
- Anamnese: histórico de dor epigástrica, uso de medicamentos, tabagismo, etilismo, sintomas de sangramento.
- Exame físico: palpação abdominal, avaliação de sinais de anemia ou peritonite.
- Exames laboratoriais: hemograma (avaliar anemia), ferro sérico, ferritina; testes para H. pylori (teste respiratório, pesquisa de antígeno fecal ou sorologia).
- Endoscopia digestiva alta: confirma o diagnóstico, mede o tamanho e a localização da úlcera e coleta biópsias para descartar malignidade. Durante o exame, também é possível tratar sangramentos ativos (hemostasia endoscópica).
- Teste de urease ou histologia: realizados na biópsia para detectar H. pylori.
Exames de imagem como raio-X contrastado (seriografia esofagogastroduodenal) são opções quando a endoscopia não está disponível, mas são menos precisos. A ultrassonografia e a tomografia não são úteis para o diagnóstico direto da úlcera, mas podem detectar complicações como perfuração ou abscesso.
Tratamento disponível e opções terapêuticas
O tratamento da úlcera gástrica tem três pilares: erradicar a causa, cicatrizar a lesão e prevenir complicações. As opções variam conforme a etiologia e a presença de complicações.
- Erradicação do H. pylori: terapia tripla ou quádrupla com inibidor de bomba de prótons (IBP), amoxicilina e claritromicina por 14 dias, seguida de teste de cura. Em casos de resistência, utiliza-se metronidazol, tetraciclina ou levofloxacino.
- Inibidores de bomba de prótons (IBPs): omeprazol, pantoprazol, esomeprazol, lansoprazol ou rabeprazol. Reduzem a secreção ácida e permitem a cicatrização. Para úlceras não complicadas, o tratamento dura de 4 a 8 semanas. Em casos com sangramento, a administração endovenosa pode ser necessária.
- Suspensão de AINEs: sempre que possível, interromper ou substituir o anti-inflamatório por analgésicos mais seguros (paracetamol, dipirona). Caso o uso seja indispensável, associar IBP profilático.
- Procedimentos endoscópicos: hemostasia com injeção de adrenalina, eletrocoagulação ou aplicação de clipes para sangramentos ativos.
- Cirurgia: indicada em complicações como perfuração (laparotomia com rafia), obstrução (gastrectomia ou piloroplastia) ou sangramento refratário.
- Mudanças no estilo de vida: alimentação fracionada, evitar jejum prolongado, reduzir estresse, cessar tabagismo e etilismo.
O acompanhamento com gastroenterologista é fundamental, especialmente em úlceras gástricas, devido ao risco de malignidade. A endoscopia de controle deve ser realizada após 8-12 semanas para confirmar a cicatrização.
Quantos dias de atestado médico
O tempo de afastamento depende da gravidade e da presença de complicações, além da atividade profissional do paciente. Com base nas diretrizes da Previdência Social e protocolos clínicos, sugerimos:
- Úlcera gástrica sem complicações (K25.3): 7 a 14 dias. O paciente pode retornar ao trabalho quando assintomático, desde que não realize atividades que exijam esforço físico intenso.
- Úlcera com hemorragia (K25.0): 14 a 30 dias, incluindo o período de internação (geralmente 3-5 dias) e repouso domiciliar para recuperação da anemia e cicatrização.
- Úlcera com perfuração (K25.1): 30 a 60 dias, devido à cirurgia e ao pós-operatório. Atividades físicas pesadas devem ser evitadas por até 90 dias.
- Úlcera com obstrução (K25.5): 20 a 45 dias, dependendo da resposta ao tratamento clínico ou cirúrgico.
- Pacientes que exercem funções de risco (motoristas, operadores de máquinas): o atestado pode ser prolongado em 5-10 dias pela possibilidade de dor ou sangramento súbito.
O médico assistente é quem define o prazo com base na evolução clínica. O atestado deve conter o CID K25 completo, incluindo a subcategoria. Em caso de dúvida sobre o afastamento, o paciente pode solicitar avaliação pelo perito do INSS para benefício previdenciário.
Quando procurar médico urgente / sinais de alerta
Alguns sinais indicam que a úlcera gástrica está se complicando e exigem atendimento de emergência. Procure um pronto-socorro imediatamente se apresentar:
- Dor abdominal súbita e muito intensa, em facada, que não melhora com analgésicos comuns.
- Vômitos com sangue vivo (hematêmese) ou com aspecto de borra de café (sangue digerido).
- Fezes negras, pastosas e fétidas (melena).
- Desmaio, tontura intensa, palidez acentuada e sudorese fria – sinais de choque hipovolêmico.
- Incapacidade de se alimentar ou beber água devido à dor ou vômitos constantes.
- Distensão abdominal, rigidez da parede abdominal e febre – podem indicar perfuração e peritonite.
- Perda de peso não intencional associada a sintomas gástricos persistentes.
Mesmo sem sinais de alarme, se você tem sintomas que persistem por mais de duas semanas, procure um médico para avaliação. O diagnóstico precoce evita complicações e reduz o risco de câncer gástrico, que pode se manifestar de forma semelhante à úlcera.
Prevenção e cuidados contínuos
Prevenir a úlcera gástrica envolve controlar os fatores de risco modificáveis e adotar hábitos saudáveis. As principais estratégias são:
- Uso racional de AINEs: optar por analgésicos mais seguros sempre que possível. Caso o uso de anti-inflamatórios seja necessário, associar IBP protetor, principalmente em pacientes idosos ou com história de úlcera.
- Testagem e tratamento para H. pylori: pessoas com história familiar de câncer gástrico ou úlcera recorrente devem realizar exames periódicos. O tratamento erradicador reduz drasticamente a recorrência.
- Alimentação equilibrada: evitar alimentos muito condimentados, gordurosos, ácidos ou que causem desconforto individual. Preferir refeições pequenas e frequentes.
- Cessar tabagismo e moderar álcool: o cigarro retarda a cicatrização e aumenta a acidez; o álcool agride a mucosa.
- Gerenciamento do estresse: técnicas de relaxamento, meditação, atividade física regular e sono adequado ajudam a reduzir a reatividade gástrica.
- Acompanhamento médico regular: pacientes que já tiveram úlcera gástrica devem fazer endoscopia de controle e manter seguimento com gastroenterologista.
A prevenção também inclui a vacinação contra H. pylori? Ainda não existe vacina licenciada, mas a pesquisa está em andamento. Até lá, o diagnóstico e tratamento precoces são a melhor ferramenta.
- 01. Sempre confirme o diagnóstico com endoscopia. Úlceras gástricas têm risco de malignidade – a biópsia é obrigatória.
- 02. Não interrompa o tratamento antibiótico precocemente. A terapia para H. pylori deve ser seguida à risca por 14 dias, mesmo sem sintomas.
- 03. Evite automedicação com AINEs ou corticoides. Mesmo em doses baixas, esses medicamentos podem causar ou agravar a úlcera.
- 04. Fique atento aos sinais de sangramento: melena e hematêmese exigem atendimento imediato. Não espere a dor passar.
- 05. Mantenha uma alimentação fracionada (5-6 refeições ao dia) e evite jejuns prolongados. Isso reduz a exposição da mucosa ao ácido e alivia os sintomas.
- 06. Se você usa AINEs por doença crônica, converse com seu médico sobre a necessidade de IBP profilático. A prevenção é mais eficaz do que o tratamento de uma úlcera já estabelecida.
- 07. Após o tratamento, faça o teste de cura para H. pylori (teste respiratório ou pesquisa de antígeno fecal). A erradicação bem-sucedida reduz a recorrência para menos de 10% em 1 ano.
Perguntas Frequentes sobre o CID Úlcera
O CID K25 garante quantos dias de atestado?
O tempo de afastamento depende da gravidade. Para úlcera sem complicações, geralmente 7 a 14 dias. Com sangramento, 14 a 30 dias. Com perfuração ou cirurgia, 30 a 60 dias. O médico define com base na evolução clínica.
Úlcera gástrica pode virar câncer?
Sim. Estima-se que 1-3% das úlceras gástricas benignas podem evoluir para adenocarcinoma gástrico ao longo de anos. Por isso, toda úlcera deve ser biopsiada na endoscopia e acompanhada até a cicatrização completa.
Quais alimentos devo evitar durante o tratamento?
Evite alimentos que aumentem a acidez ou irritem a mucosa: café, chá preto, refrigerantes, frutas cítricas, tomate, pimenta, alimentos gordurosos e frituras. Prefira alimentos cozidos, grelhados, como arroz, batata, frango sem pele, legumes e frutas não ácidas.
O estresse pode causar úlcera gástrica?
O estresse isolado não causa úlcera, mas pode piorar os sintomas e atrasar a cicatrização. Situações de estresse extremo, como queimaduras graves ou trauma, podem levar às chamadas úlceras de estresse (geralmente em ambiente de UTI).
Posso tomar omeprazol por conta própria?
Não. O uso prolongado de IBP sem indicação médica pode causar efeitos adversos como deficiência de vitamina B12, cálcio e magnésio, além de aumentar o risco de pneumonia e infecções intestinais. O tratamento deve ser prescrito e monitorado por um médico.
Úlcera gástrica tem cura?
Sim. A maioria das úlceras é curável com tratamento adequado. A erradicação do H. pylori e a suspensão de AINEs permitem a cicatrização completa. O acompanhamento médico é essencial para confirmar a cura e prevenir recidivas.
O CID K25 é usado para atestado de cirurgia?
Sim. Quando a úlcera gástrica requer cirurgia (perfuração, obstrução ou sangramento refratário), o médico utiliza o CID K25 com a subcategoria apropriada (K25.1, K25.5 etc.) para justificar o procedimento e o afastamento.
Quanto custa uma endoscopia para diagnosticar úlcera gástrica?
Na rede privada, o valor varia de R$ 400 a R$ 1.000. Pelo SUS, o exame é gratuito, mas pode haver fila de espera. Na Clinica Popular Fortaleza, oferecemos consultas e exames com preços acessíveis e agendamento rápido.
Posso beber álcool durante o tratamento?
Não é recomendado. O álcool irrita diretamente a mucosa gástrica e pode interferir na eficácia dos medicamentos, além de aumentar o risco de sangramento. O ideal é evitar bebidas alcoólicas até a cicatrização completa.
O que significa K25.0 no atestado médico?
K25.0 é a subcategoria que indica úlcera gástrica com hemorragia. Isso significa que o paciente apresentou sangramento digestivo ativo ou recente, o que geralmente exige internação e acompanhamento hospitalar.
Fontes e referências confiáveis:
- CID-10 K25 – Úlcera gástrica (CID10.com.br)
- Úlcera péptica – MedlinePlus (NIH)
- Biblioteca Virtual em Saúde – BVS
- Hospital Israelita Albert Einstein – Guia de Doenças
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Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clinica Popular Fortaleza, com base na CID-10 (OMS) e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.
Última atualização: 21/06/2026
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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O diagnóstico e o tratamento indicados pelo CID devem ser definidos pelo médico responsável com base no exame clínico completo. Não use este artigo como base para autodiagnóstico ou prescrição.


