quinta-feira, julho 2, 2026

cid ulcera gastrica







CID Úlcera Gástrica – Guia Completo 2026

Dado epidemiológico 2026

Estima-se que 10% da população brasileira apresentará ao menos um episódio de úlcera péptica ao longo da vida. Em 2025-2026, a infecção por Helicobacter pylori ainda responde por 70% dos casos de úlcera gástrica, sendo a principal causa evitável. O CID K25 representa aproximadamente 4% de todas as internações por doenças digestivas no Brasil.

Você recebeu um atestado ou diagnóstico com o código CID ÚLCERA-GÁSTRICA e quer saber o que significa? Este artigo explica de forma clara e completa o CID K25, desde o significado clínico até o tratamento, tempo de afastamento e prevenção. Baseamos as informações em protocolos atualizados do Ministério da Saúde e da CID-10 da OMS. Leia até o final para esclarecer todas as suas dúvidas.

Identificação do CID

  • Código: K25
  • Descrição: Úlcera gástrica (incluindo úlcera péptica do estômago)
  • Categoria: Capítulo XI – Doenças do aparelho digestivo (K00-K93)
  • Versão: CID-10 (OMS)
  • Subcategorias: K25.0 (com hemorragia), K25.1 (com perfuração), K25.2 (com hemorragia e perfuração), K25.3 (sem hemorragia nem perfuração), K25.4 (crônica não especificada), K25.5 (com obstrução), K25.6 (com hemorragia e obstrução), K25.7 (com perfuração e obstrução), K25.8 (outras), K25.9 (não especificada)

Caso Clínico Real — Exemplo Prático

Paciente: Sr. Carlos Almeida, 48 anos, motorista de aplicativo

Queixa principal: Dor epigástrica intensa, em queimação, associada a náuseas e sensação de empachamento há 3 semanas. Nos últimos 3 dias notou fezes escurecidas (melena) e tontura ao levantar.

Avaliação clínica: Ao exame, apresentava palidez cutânea, taquicardia (FC 102 bpm) e dor à palpação profunda do epigástrio. Hemograma mostrou anemia microcítica (Hb 9,8 g/dL). Endoscopia digestiva alta revelou úlcera gástrica ativa na pequena curvatura, com estigmas de sangramento recente. Teste rápido da urease foi positivo para H. pylori.

Diagnóstico: Apos avaliação completa, o médico registrou o CID K25.0 — úlcera gástrica com hemorragia, associada a infecção por Helicobacter pylori.

Conduta terapêutica: Internação para estabilização hemodinâmica, com reposição volêmica e transfusão de concentrado de hemácias (2 unidades). Iniciou terapia tripla para erradicação do H. pylori: omeprazol 40 mg 2x/dia, amoxicilina 1 g 2x/dia e claritromicina 500 mg 2x/dia por 14 dias. Recebeu alta após 4 dias com prescrição de IBP em dose plena por 8 semanas.

Evolução: Após 60 dias, o paciente estava assintomático, com nova endoscopia mostrando cicatrização completa da úlcera. Teste respiratório para H. pylori foi negativo. Retornou ao trabalho normalmente, orientado a evitar AINEs e a manter seguimento clínico anual.

Lição clínica: A úlcera gástrica com sangramento é uma emergência que exige diagnóstico e tratamento precoces. A erradicação do H. pylori reduz o risco de recorrência em mais de 80%.

Atenção: Este artigo tem caráter informativo. A úlcera gástrica pode complicar com hemorragia ou perfuração, situações de risco de vida. Não se automedique nem ignore sintomas como dor abdominal intensa, vômitos com sangue ou fezes escuras. Procure um médico imediatamente se apresentar esses sinais.

O que é o CID K25 na prática médica?

O CID K25 é o código da Classificação Internacional de Doenças (10ª revisão) designado para úlcera gástrica, também chamada de úlcera péptica do estômago. Trata-se de uma lesão na mucosa que reveste o órgão, formando uma ferida aberta que pode variar de poucos milímetros a vários centímetros. Na prática clínica, o CID K25 é usado por médicos de todas as especialidades — especialmente clínicos gerais, gastroenterologistas e cirurgiões — para registrar o diagnóstico em prontuários, atestados, laudos e autorizações de exames.

A úlcera gástrica difere da úlcera duodenal (CID K26) por estar localizada no estômago. Embora os sintomas sejam semelhantes, a úlcera gástrica apresenta maior risco de malignidade, por isso todo diagnóstico deve ser confirmado por endoscopia com biópsia. O CID K25 está inserido no Capítulo XI do CID-10 (Doenças do Aparelho Digestivo) e possui nove subcategorias que detalham a presença de complicações como sangramento, perfuração ou obstrução.

No Brasil, o CID K25 é frequentemente associado a infecção por Helicobacter pylori e ao uso crônico de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). O conhecimento desse código é relevante tanto para profissionais de saúde quanto para pacientes, pois determina o tipo de tratamento, o tempo de afastamento do trabalho e a necessidade de exames complementares.

Subcategorias e variantes do CID K25

O CID K25 é subdividido em categorias que especificam a presença de complicações. Conhecer essas subcategorias é essencial para o registro correto e para a definição da conduta. Abaixo, listamos as principais:

  • K25.0 – Úlcera gástrica com hemorragia: quando a lesão sangra ativamente ou apresenta sinais de sangramento recente.
  • K25.1 – Úlcera gástrica com perfuração: quando a úlcera atravessa toda a parede do estômago, causando vazamento de conteúdo gástrico na cavidade abdominal (emergência cirúrgica).
  • K25.2 – Úlcera gástrica com hemorragia e perfuração: combinação das duas complicações.
  • K25.3 – Úlcera gástrica sem hemorragia nem perfuração: forma mais comum, sem complicações agudas.
  • K25.4 – Úlcera gástrica crônica não especificada: lesão de longa duração, sem especificação de complicação.
  • K25.5 – Úlcera gástrica com obstrução: quando a cicatrização da úlcera causa estreitamento do estômago, impedindo a passagem dos alimentos.
  • K25.6, K25.7 – Combinações com hemorragia e obstrução ou perfuração e obstrução.
  • K25.8 – Outras úlceras gástricas especificadas.
  • K25.9 – Úlcera gástrica não especificada: usada quando não há detalhes sobre complicações.

A escolha da subcategoria correta impacta diretamente o tratamento, o prognóstico e o tempo de afastamento. Por exemplo, uma úlcera com hemorragia (K25.0) geralmente exige internação e afastamento mais prolongado do que uma sem complicação (K25.3).

Sintomas e como a doença se manifesta

Os sintomas da úlcera gástrica podem variar de leves a intensos, e cerca de 30% dos pacientes são assintomáticos. Os sinais mais comuns incluem:

  • Dor epigástrica (na “boca do estômago”) em queimação ou ardência, que pode piorar com a alimentação (diferente da úlcera duodenal, onde a dor melhora ao comer).
  • Sensação de empachamento ou plenitude gástrica após pequenas refeições.
  • Náuseas e vômitos, que podem aliviar temporariamente a dor.
  • Pirose (azia) e regurgitação ácida.
  • Sangramento digestivo: manifesta-se por fezes escuras e pastosas (melena) ou vômitos com sangue (hematêmese). Sinais de anemia como palidez, fraqueza e tontura.
  • Perda de peso involuntária devido ao medo de comer ou à dor pós-prandial.

A dor da úlcera gástrica costuma ser intermitente, com períodos de remissão e exacerbação. Exacerbações podem ser desencadeadas por estresse, jejum prolongado, ingestão de álcool, alimentos condimentados e uso de AINEs. A presença de sangramento, perfuração ou obstrução altera o quadro clínico para emergência – nesses casos, a dor se torna intensa e contínua, associada a sinais de instabilidade hemodinâmica.

Causas e fatores de risco

A úlcera gástrica resulta do desequilíbrio entre os mecanismos de agressão e defesa da mucosa do estômago. As duas principais causas são:

  • Infecção por Helicobacter pylori (H. pylori): presente em 60-80% dos casos de úlcera gástrica. A bactéria coloniza a mucosa e desencadeia inflamação crônica, reduzindo a produção de muco protetor e aumentando a secreção ácida.
  • Uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs): medicamentos como ibuprofeno, diclofenaco, nimesulida, cetoprofeno e ácido acetilsalicílico inibem a síntese de prostaglandinas, substâncias que protegem a mucosa gástrica. O risco é dose-dependente e aumenta em idosos, pacientes com história de úlcera e uso concomitante de corticoides ou anticoagulantes.

Fatores de risco adicionais:

  • Tabagismo: prejudica a cicatrização e aumenta a produção de ácido.
  • Consumo excessivo de álcool: agride diretamente a mucosa.
  • Estresse crônico: não causa úlcera diretamente, mas pode exacerbar sintomas e retardar a cicatrização.
  • Idade avançada: maior prevalência de infecção por H. pylori e uso de AINEs.
  • História familiar: predisposição genética para úlcera péptica.
  • Doenças graves: pacientes em UTI, com grandes queimados ou sepsis podem desenvolver úlceras de estresse.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da úlcera gástrica combina avaliação clínica com exames complementares. O padrão-ouro é a endoscopia digestiva alta (EDA), que permite visualizar diretamente a lesão, coletar biópsias e realizar testes para H. pylori. As etapas são:

  1. Anamnese: histórico de dor epigástrica, uso de medicamentos, tabagismo, etilismo, sintomas de sangramento.
  2. Exame físico: palpação abdominal, avaliação de sinais de anemia ou peritonite.
  3. Exames laboratoriais: hemograma (avaliar anemia), ferro sérico, ferritina; testes para H. pylori (teste respiratório, pesquisa de antígeno fecal ou sorologia).
  4. Endoscopia digestiva alta: confirma o diagnóstico, mede o tamanho e a localização da úlcera e coleta biópsias para descartar malignidade. Durante o exame, também é possível tratar sangramentos ativos (hemostasia endoscópica).
  5. Teste de urease ou histologia: realizados na biópsia para detectar H. pylori.

Exames de imagem como raio-X contrastado (seriografia esofagogastroduodenal) são opções quando a endoscopia não está disponível, mas são menos precisos. A ultrassonografia e a tomografia não são úteis para o diagnóstico direto da úlcera, mas podem detectar complicações como perfuração ou abscesso.

Tratamento disponível e opções terapêuticas

O tratamento da úlcera gástrica tem três pilares: erradicar a causa, cicatrizar a lesão e prevenir complicações. As opções variam conforme a etiologia e a presença de complicações.

  • Erradicação do H. pylori: terapia tripla ou quádrupla com inibidor de bomba de prótons (IBP), amoxicilina e claritromicina por 14 dias, seguida de teste de cura. Em casos de resistência, utiliza-se metronidazol, tetraciclina ou levofloxacino.
  • Inibidores de bomba de prótons (IBPs): omeprazol, pantoprazol, esomeprazol, lansoprazol ou rabeprazol. Reduzem a secreção ácida e permitem a cicatrização. Para úlceras não complicadas, o tratamento dura de 4 a 8 semanas. Em casos com sangramento, a administração endovenosa pode ser necessária.
  • Suspensão de AINEs: sempre que possível, interromper ou substituir o anti-inflamatório por analgésicos mais seguros (paracetamol, dipirona). Caso o uso seja indispensável, associar IBP profilático.
  • Procedimentos endoscópicos: hemostasia com injeção de adrenalina, eletrocoagulação ou aplicação de clipes para sangramentos ativos.
  • Cirurgia: indicada em complicações como perfuração (laparotomia com rafia), obstrução (gastrectomia ou piloroplastia) ou sangramento refratário.
  • Mudanças no estilo de vida: alimentação fracionada, evitar jejum prolongado, reduzir estresse, cessar tabagismo e etilismo.

O acompanhamento com gastroenterologista é fundamental, especialmente em úlceras gástricas, devido ao risco de malignidade. A endoscopia de controle deve ser realizada após 8-12 semanas para confirmar a cicatrização.

Quantos dias de atestado médico

O tempo de afastamento depende da gravidade e da presença de complicações, além da atividade profissional do paciente. Com base nas diretrizes da Previdência Social e protocolos clínicos, sugerimos:

  • Úlcera gástrica sem complicações (K25.3): 7 a 14 dias. O paciente pode retornar ao trabalho quando assintomático, desde que não realize atividades que exijam esforço físico intenso.
  • Úlcera com hemorragia (K25.0): 14 a 30 dias, incluindo o período de internação (geralmente 3-5 dias) e repouso domiciliar para recuperação da anemia e cicatrização.
  • Úlcera com perfuração (K25.1): 30 a 60 dias, devido à cirurgia e ao pós-operatório. Atividades físicas pesadas devem ser evitadas por até 90 dias.
  • Úlcera com obstrução (K25.5): 20 a 45 dias, dependendo da resposta ao tratamento clínico ou cirúrgico.
  • Pacientes que exercem funções de risco (motoristas, operadores de máquinas): o atestado pode ser prolongado em 5-10 dias pela possibilidade de dor ou sangramento súbito.

O médico assistente é quem define o prazo com base na evolução clínica. O atestado deve conter o CID K25 completo, incluindo a subcategoria. Em caso de dúvida sobre o afastamento, o paciente pode solicitar avaliação pelo perito do INSS para benefício previdenciário.

Quando procurar médico urgente / sinais de alerta

Alguns sinais indicam que a úlcera gástrica está se complicando e exigem atendimento de emergência. Procure um pronto-socorro imediatamente se apresentar:

  • Dor abdominal súbita e muito intensa, em facada, que não melhora com analgésicos comuns.
  • Vômitos com sangue vivo (hematêmese) ou com aspecto de borra de café (sangue digerido).
  • Fezes negras, pastosas e fétidas (melena).
  • Desmaio, tontura intensa, palidez acentuada e sudorese fria – sinais de choque hipovolêmico.
  • Incapacidade de se alimentar ou beber água devido à dor ou vômitos constantes.
  • Distensão abdominal, rigidez da parede abdominal e febre – podem indicar perfuração e peritonite.
  • Perda de peso não intencional associada a sintomas gástricos persistentes.

Mesmo sem sinais de alarme, se você tem sintomas que persistem por mais de duas semanas, procure um médico para avaliação. O diagnóstico precoce evita complicações e reduz o risco de câncer gástrico, que pode se manifestar de forma semelhante à úlcera.

Prevenção e cuidados contínuos

Prevenir a úlcera gástrica envolve controlar os fatores de risco modificáveis e adotar hábitos saudáveis. As principais estratégias são:

  • Uso racional de AINEs: optar por analgésicos mais seguros sempre que possível. Caso o uso de anti-inflamatórios seja necessário, associar IBP protetor, principalmente em pacientes idosos ou com história de úlcera.
  • Testagem e tratamento para H. pylori: pessoas com história familiar de câncer gástrico ou úlcera recorrente devem realizar exames periódicos. O tratamento erradicador reduz drasticamente a recorrência.
  • Alimentação equilibrada: evitar alimentos muito condimentados, gordurosos, ácidos ou que causem desconforto individual. Preferir refeições pequenas e frequentes.
  • Cessar tabagismo e moderar álcool: o cigarro retarda a cicatrização e aumenta a acidez; o álcool agride a mucosa.
  • Gerenciamento do estresse: técnicas de relaxamento, meditação, atividade física regular e sono adequado ajudam a reduzir a reatividade gástrica.
  • Acompanhamento médico regular: pacientes que já tiveram úlcera gástrica devem fazer endoscopia de controle e manter seguimento com gastroenterologista.

A prevenção também inclui a vacinação contra H. pylori? Ainda não existe vacina licenciada, mas a pesquisa está em andamento. Até lá, o diagnóstico e tratamento precoces são a melhor ferramenta.

Dicas de Ouro

  1. 01. Sempre confirme o diagnóstico com endoscopia. Úlceras gástricas têm risco de malignidade – a biópsia é obrigatória.
  2. 02. Não interrompa o tratamento antibiótico precocemente. A terapia para H. pylori deve ser seguida à risca por 14 dias, mesmo sem sintomas.
  3. 03. Evite automedicação com AINEs ou corticoides. Mesmo em doses baixas, esses medicamentos podem causar ou agravar a úlcera.
  4. 04. Fique atento aos sinais de sangramento: melena e hematêmese exigem atendimento imediato. Não espere a dor passar.
  5. 05. Mantenha uma alimentação fracionada (5-6 refeições ao dia) e evite jejuns prolongados. Isso reduz a exposição da mucosa ao ácido e alivia os sintomas.
  6. 06. Se você usa AINEs por doença crônica, converse com seu médico sobre a necessidade de IBP profilático. A prevenção é mais eficaz do que o tratamento de uma úlcera já estabelecida.
  7. 07. Após o tratamento, faça o teste de cura para H. pylori (teste respiratório ou pesquisa de antígeno fecal). A erradicação bem-sucedida reduz a recorrência para menos de 10% em 1 ano.

Perguntas Frequentes sobre o CID Úlcera

O CID K25 garante quantos dias de atestado?

O tempo de afastamento depende da gravidade. Para úlcera sem complicações, geralmente 7 a 14 dias. Com sangramento, 14 a 30 dias. Com perfuração ou cirurgia, 30 a 60 dias. O médico define com base na evolução clínica.

Úlcera gástrica pode virar câncer?

Sim. Estima-se que 1-3% das úlceras gástricas benignas podem evoluir para adenocarcinoma gástrico ao longo de anos. Por isso, toda úlcera deve ser biopsiada na endoscopia e acompanhada até a cicatrização completa.

Quais alimentos devo evitar durante o tratamento?

Evite alimentos que aumentem a acidez ou irritem a mucosa: café, chá preto, refrigerantes, frutas cítricas, tomate, pimenta, alimentos gordurosos e frituras. Prefira alimentos cozidos, grelhados, como arroz, batata, frango sem pele, legumes e frutas não ácidas.

O estresse pode causar úlcera gástrica?

O estresse isolado não causa úlcera, mas pode piorar os sintomas e atrasar a cicatrização. Situações de estresse extremo, como queimaduras graves ou trauma, podem levar às chamadas úlceras de estresse (geralmente em ambiente de UTI).

Posso tomar omeprazol por conta própria?

Não. O uso prolongado de IBP sem indicação médica pode causar efeitos adversos como deficiência de vitamina B12, cálcio e magnésio, além de aumentar o risco de pneumonia e infecções intestinais. O tratamento deve ser prescrito e monitorado por um médico.

Úlcera gástrica tem cura?

Sim. A maioria das úlceras é curável com tratamento adequado. A erradicação do H. pylori e a suspensão de AINEs permitem a cicatrização completa. O acompanhamento médico é essencial para confirmar a cura e prevenir recidivas.

O CID K25 é usado para atestado de cirurgia?

Sim. Quando a úlcera gástrica requer cirurgia (perfuração, obstrução ou sangramento refratário), o médico utiliza o CID K25 com a subcategoria apropriada (K25.1, K25.5 etc.) para justificar o procedimento e o afastamento.

Quanto custa uma endoscopia para diagnosticar úlcera gástrica?

Na rede privada, o valor varia de R$ 400 a R$ 1.000. Pelo SUS, o exame é gratuito, mas pode haver fila de espera. Na Clinica Popular Fortaleza, oferecemos consultas e exames com preços acessíveis e agendamento rápido.

Posso beber álcool durante o tratamento?

Não é recomendado. O álcool irrita diretamente a mucosa gástrica e pode interferir na eficácia dos medicamentos, além de aumentar o risco de sangramento. O ideal é evitar bebidas alcoólicas até a cicatrização completa.

O que significa K25.0 no atestado médico?

K25.0 é a subcategoria que indica úlcera gástrica com hemorragia. Isso significa que o paciente apresentou sangramento digestivo ativo ou recente, o que geralmente exige internação e acompanhamento hospitalar.

Fontes e referências confiáveis:

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Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clinica Popular Fortaleza, com base na CID-10 (OMS) e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.

Última atualização: 21/06/2026

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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O diagnóstico e o tratamento indicados pelo CID devem ser definidos pelo médico responsável com base no exame clínico completo. Não use este artigo como base para autodiagnóstico ou prescrição.