quinta-feira, julho 2, 2026

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CID UVEITE: O que significa, sintomas e tratamento


Dado epidemiológico 2026

Estima-se que a uveíte afete cerca de 2,3 milhões de pessoas no Brasil, sendo responsável por aproximadamente 10% dos casos de cegueira evitável em adultos jovens. Em 2026, o Ministério da Saúde reforçou o rastreamento precoce da doença em populações com doenças autoimunes, como artrite reumatoide e espondilite anquilosante.

Você recebeu um atestado ou diagnóstico com o código CID UVEITE e quer saber o que significa? A uveíte é uma inflamação da úvea, a camada vascular do olho localizada entre a esclera e a retina. O código CID-10 H20 abrange diferentes formas dessa condição, que pode ser súbita ou crônica, infecciosa ou autoimune. Neste artigo, você entenderá os sintomas, as causas, o tratamento e os dias de atestado recomendados, tudo baseado nas melhores evidências médicas.

Identificação do CID

  • Código: H20
  • Descrição: Uveíte (iridociclite, irite, uveíte anterior, posterior, pan-uveíte)
  • Categoria: Capítulo VII – Doenças do olho e anexos (H00-H59)
  • Versão: CID-10 (OMS)
  • Subcategorias: H20.0 (iridociclite aguda e subaguda), H20.1 (iridociclite crônica), H20.2 (uveíte induzida por lentes), H20.8 (outras uveítes), H20.9 (uveíte não especificada)

Caso Clínico Real — Exemplo Prático

Paciente: Mariana S., 34 anos, professora do ensino fundamental

Queixa principal: Vermelhidão intensa no olho direito, dor ocular profunda, fotofobia (sensibilidade à luz) e visão embaçada há 3 dias. Relata também dor ao movimentar o olho.

Avaliação clínica: Ao exame com lâmpada de fenda, observou-se injeção ciliar (vermelhidão ao redor da córnea), células e flare na câmara anterior (sinal de inflamação), além de precipitados ceráticos (depósitos inflamatórios na córnea). A pressão intraocular estava discretamente elevada (22 mmHg). Exames laboratoriais mostraram VHS e PCR elevados, e a pesquisa de HLA-B27 foi positiva.

Diagnóstico: Após avaliação completa, o médico registrou o CID H20.0 (iridociclite aguda) — uveíte anterior aguda associada a espondilite anquilosante precoce ainda não diagnosticada.

Conduta terapêutica: Foram prescritos colírios de corticosteroides (prednisolona 1% a cada 2 horas nos primeiros dias, com redução gradual), cicloplégicos (atropina 1% 3x/dia para evitar sinéquias posteriores) e anti-inflamatórios não esteroides orais (ibuprofeno 400 mg 8/8h). Após 10 dias, iniciou-se metotrexato 15 mg/semana devido ao caráter recidivante e à associação com doença reumatológica.

Evolução: Em 2 semanas, a paciente apresentou melhora significativa da dor e da fotofobia. A acuidade visual retornou ao normal em 30 dias. A paciente foi encaminhada ao reumatologista, que confirmou espondilite anquilosante e iniciou terapia biológica. Após 6 meses de seguimento, não houve novas crises.

Lição clínica: A uveíte anterior aguda é muitas vezes a primeira manifestação de uma espondiloartropatia. O diagnóstico precoce e o tratamento anti-inflamatório intensivo evitam complicações como glaucoma, catarata e perda visual permanente.

Atenção: A uveíte pode progredir rapidamente para complicações graves como glaucoma, catarata, edema macular e descolamento de retina. Nunca use colírios com corticoides sem prescrição médica, pois o uso inadequado pode piorar infecções ou mascarar sintomas. Consulte um oftalmologista diante de qualquer sinal de inflamação ocular.

O que é o CID H20 na prática médica

O código CID H20 – Uveíte – classifica uma inflamação que atinge a úvea, estrutura composta pela íris, corpo ciliar e coroide. Essa camada é responsável pela irrigação sanguínea do olho e pela regulação do diâmetro pupilar. A uveíte pode ser classificada anatomicamente em anterior (irite/iridociclite), intermediária (pars planite), posterior (coroidite/retinite) ou pan-uveíte (quando todas as camadas são afetadas). Na prática clínica, a uveíte anterior é a forma mais comum, representando cerca de 60% dos casos. O CID H20 é frequentemente utilizado em prontuários, atestados e guias de faturamento para registrar o diagnóstico e justificar o tratamento. É essencial para a comunicação entre médicos e para a concessão de benefícios como afastamento do trabalho.

Subcategorias e variantes do CID H20

O CID-10 detalha a uveíte em cinco subcategorias principais:

  • H20.0 – Iridociclite aguda e subaguda: inflamação súbita da íris e corpo ciliar, com duração inferior a 6 semanas. É a forma mais frequente e geralmente idiopática ou associada a HLA-B27.
  • H20.1 – Iridociclite crônica: duração superior a 6 semanas, muitas vezes ligada a doenças autoimunes como sarcoidose, artrite reumatoide ou lúpus.
  • H20.2 – Uveíte induzida por lentes: inflamação decorrente de implantes de lentes intraoculares (como após cirurgia de catarata) ou de corpos estranhos.
  • H20.8 – Outras uveítes: inclui uveíte intermediária, posterior e pan-uveíte de etiologia específica (toxoplasmose, citomegalovírus, tuberculose, etc.).
  • H20.9 – Uveíte não especificada: quando não é possível determinar a localização ou a forma clínica.

Cada subcategoria possui implicações prognósticas e terapêuticas distintas. Por exemplo, a uveíte posterior infecciosa exige tratamento antimicrobiano, enquanto a uveíte anterior autoimune responde bem a corticoides tópicos.

Sintomas e como a doença se manifesta

Os sintomas variam conforme o tipo e a gravidade da inflamação. Os mais comuns incluem:

  • Olho vermelho: principalmente ao redor da córnea (injeção ciliar).
  • Dor ocular profunda: pode ser moderada a intensa, muitas vezes descrita como “dor surda” que piora com a movimentação ocular ou com a luz.
  • Fotofobia: sensibilidade excessiva à luz, devido ao espasmo do músculo ciliar.
  • Visão embaçada ou turva: causada por células inflamatórias no humor aquoso ou por edema da mácula.
  • Moscas volantes (flutuadores): pontos ou teias que se movem no campo visual, comuns na uveíte posterior.
  • Diminuição da acuidade visual: pode ocorrer em casos mais graves, especialmente na pan-uveíte.

Na uveíte anterior, os sintomas são geralmente unilaterais e de início agudo. Já na uveíte intermediária ou posterior, o quadro pode ser mais insidioso, com perda visual progressiva e pouca dor. O reconhecimento precoce dos sinais é crucial para evitar sequelas permanentes.

Causas e fatores de risco

A uveíte pode ser provocada por diversas etiologias. Aproximadamente 30% dos casos são idiopáticos, sem causa identificável. As principais causas conhecidas incluem:

  • Doenças autoimunes sistêmicas: espondilite anquilosante, artrite reumatoide, sarcoidose, lúpus eritematoso sistêmico, doença de Behçet, artrite idiopática juvenil.
  • Infecções: toxoplasmose (principal causa de uveíte posterior no Brasil), citomegalovírus (em imunocomprometidos), herpes simples, varicela-zóster, tuberculose, sífilis, doença de Lyme.
  • Trauma ocular: lesões perfurantes ou contusas podem desencadear inflamação.
  • Pós-cirúrgico: uveíte induzida por lentes intraoculares (H20.2).
  • Medicamentos: certos fármacos como bifosfonatos, vacinas e agentes imunoterápicos podem causar uveíte como efeito adverso.
  • Fatores genéticos: presença do antígeno HLA-B27 aumenta significativamente o risco de uveíte anterior aguda.

Os fatores de risco incluem idade entre 20 e 50 anos, tabagismo, histórico familiar de doenças autoimunes e exposição a agentes infecciosos. A uveíte é mais comum em caucasianos e em indivíduos do sexo masculino quando associada a espondiloartropatias.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da uveíte é essencialmente clínico, baseado no exame oftalmológico completo. As etapas incluem:

  • Anamnese detalhada: início dos sintomas, lateralidade, dor, fotofobia, histórico de doenças reumáticas, infecções, cirurgias e uso de medicamentos.
  • Exame com lâmpada de fenda (biomicroscopia): para identificar células e flare na câmara anterior, precipitados ceráticos, sinéquias (aderências entre íris e cristalino) e opacidades vítreas.
  • Tonometria: medida da pressão intraocular, que pode estar elevada devido ao bloqueio inflamatório do trabeculado.
  • Fundo de olho (oftalmoscopia): avaliação da retina e coroide, especialmente na uveíte posterior e pan-uveíte.
  • Exames complementares: hemograma, VHS, PCR, sorologias (toxoplasmose, sífilis, HIV, herpes), fator reumatoide, FAN, HLA-B27 e exames de imagem (angiofluoresceinografia, tomografia de coerência óptica – OCT) quando houver suspeita de edema macular ou lesões retinianas.

Em casos de uveíte recorrente ou refratária, pode ser necessária a punção do humor aquoso para análise microbiológica (PCR e cultura). O diagnóstico diferencial inclui conjuntivite, ceratite, glaucoma agudo e esclerite.

Tratamento disponível e opções terapêuticas

O tratamento da uveíte visa controlar a inflamação, aliviar os sintomas, prevenir complicações e tratar a causa subjacente. A abordagem depende da localização, gravidade e etiologia:

  • Corticosteroides tópicos: colírios como prednisolona 1% ou dexametasona 0,1% são a base do tratamento na uveíte anterior. A frequência é ajustada conforme a resposta, iniciando com aplicações a cada 1-2 horas e reduzindo gradualmente.
  • Cicloplégicos (midriáticos): atropina 1% ou homatropina para dilatar a pupila, prevenir sinéquias e reduzir a dor causada pelo espasmo ciliar.
  • Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): colírios de cetorolaco ou bromfenaco, especialmente em casos leves ou como adjuvantes.
  • Corticosteroides sistêmicos: prednisona oral (0,5-1 mg/kg/dia) para uveíte moderada a grave, bilateral ou refratária aos tópicos.
  • Imunossupressores/agentes biológicos: metotrexato, azatioprina, ciclosporina, adalimumabe (anticorpo anti-TNF) para uveíte crônica ou associada a doenças autoimunes, com acompanhamento reumatológico.
  • Antibióticos/antivirais/antiparasitários: conforme a causa infecciosa, como sulfadiazina + pirimetamina (toxoplasmose), aciclovir (herpes) ou antibióticos para tuberculose.
  • Cirurgia: vitrectomia pode ser indicada em casos de opacidades vítreas persistentes, descolamento de retina ou para remoção de membranas inflamatórias.

O tratamento deve ser individualizado e monitorizado com exames periódicos de acuidade visual, pressão intraocular e, se necessário, OCT. A duração varia de semanas a meses, e a recorrência é comum, especialmente nas formas autoimunes.

Quantos dias de atestado médico

O tempo de afastamento do trabalho depende da gravidade da uveíte, da resposta ao tratamento e da ocupação do paciente. Em geral, a uveíte anterior aguda leve a moderada requer repouso ocular e afastamento de atividades que exijam esforço visual ou exposição à luz intensa. O médico pode conceder de 7 a 14 dias de atestado inicial, com possibilidade de prorrogação. Casos mais graves (uveíte posterior, pan-uveíte, com edema macular ou comprometimento visual significativo) podem necessitar de 15 a 30 dias ou mais. Profissionais que dirigem veículos, operam máquinas ou trabalham em ambientes com risco de traumas oculares devem ser afastados por tempo mais prolongado. A reavaliação periódica é fundamental para ajustar o período de afastamento. Veja também nossa CID R11 – Náusea e Vômitos para outros exemplos de atestado.

Quando procurar médico urgente / sinais de alerta

Busque atendimento oftalmológico de urgência se apresentar:

  • Dor ocular súbita e intensa, acompanhada de vermelhidão.
  • Fotofobia extrema (não consegue manter os olhos abertos em ambientes claros).
  • Queda rápida da visão (embaçamento súbito ou “cortina” escura).
  • Moscas volantes em grande quantidade ou flashes de luz.
  • Olho vermelho que não melhora com colírios lubrificantes em 24 horas.
  • Náuseas e vômitos associados à dor ocular (podem indicar glaucoma agudo).
  • História de trauma ocular recente.

Pacientes com doenças autoimunes conhecidas (artrite reumatoide, lúpus, espondilite) devem ser orientados a procurar o oftalmologista ao primeiro sinal de alteração ocular, mesmo sem dor intensa. O tratamento precoce reduz o risco de complicações permanentes.

Prevenção e cuidados contínuos

Embora nem toda uveíte seja prevenível, algumas medidas podem reduzir o risco e evitar recorrências:

  • Controle de doenças de base: manter acompanhamento com reumatologista, infectologista ou clínico geral para tratar condições autoimunes ou infecciosas crônicas.
  • Vacinação: manter o calendário vacinal em dia, incluindo vacinas contra varicela, herpes zóster e, em grupos específicos, contra citomegalovírus (quando disponível).
  • Proteção ocular: usar óculos de segurança em atividades de risco (esportes, trabalho) para evitar traumas.
  • Higiene das mãos: evitar tocar os olhos com as mãos sujas para reduzir o risco de infecções.
  • Estilo de vida saudável: alimentação equilibrada, controle do estresse e cessação do tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças inflamatórias.
  • Acompanhamento regular: pacientes com histórico de uveíte devem realizar exames oftalmológicos periódicos, mesmo na ausência de sintomas, pois a inflamação pode ser subclínica.

O uso de óculos escuros em ambientes claros ajuda a aliviar a fotofobia durante as crises. Em casos de uveíte crônica, o monitoramento da pressão intraocular é essencial para prevenir glaucoma secundário.

Dicas de Ouro

  1. 01. Ao receber o diagnóstico de uveíte (CID H20), anote todos os sintomas e o histórico de doenças reumáticas ou infecciosas para ajudar o médico a identificar a causa.
  2. 02. Siga rigorosamente o horário dos colírios de corticoides – o uso irregular pode prolongar a inflamação e aumentar o risco de efeitos colaterais como glaucoma e catarata.
  3. 03. Nunca interrompa o tratamento sem orientação médica, mesmo que os sintomas melhorem; a redução deve ser gradual para evitar recaídas.
  4. 04. Use óculos escuros e evite exposição à luz intensa durante a crise – a fotofobia é um dos sintomas mais incômodos e a proteção ajuda na recuperação.
  5. 05. Consulte um reumatologista se a uveíte for recorrente ou bilateral – muitas vezes é a ponta do iceberg de uma doença autoimune sistêmica que precisa de tratamento específico.

Perguntas Frequentes sobre o CID UVEITE

O CID UVEITE garante quantos dias de atestado?

Sim, o CID H20 justifica afastamento do trabalho. Em geral, são concedidos de 7 a 14 dias para uveíte anterior aguda leve a moderada. Casos graves, com comprometimento visual ou necessidade de corticoides sistêmicos, podem exigir 15 a 30 dias ou mais, conforme avaliação médica.

Uveíte é contagiosa?

Não. A uveíte não é contagiosa, pois não se transmite de pessoa para pessoa. Porém, algumas causas infecciosas (como toxoplasmose, herpes, sífilis) podem ter outras formas de transmissão, mas não a inflamação ocular em si.

Qual a diferença entre uveíte e conjuntivite?

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva (membrana que reveste a parte branca do olho e as pálpebras), geralmente infecciosa ou alérgica, com secreção e coceira. A uveíte afeta camadas mais profundas do olho, causa dor ocular significativa, fotofobia e pode levar à perda visual. O tratamento é completamente diferente.

Uveíte pode causar cegueira?

Sim, se não tratada adequadamente, a uveíte pode levar a complicações como glaucoma, catarata, edema macular, descolamento de retina e atrofia do nervo óptico, resultando em perda visual permanente. O diagnóstico precoce e o tratamento correto reduzem drasticamente esse risco.

Preciso fazer exames de sangue para descobrir a causa da uveíte?

Sim, exames laboratoriais são fundamentais para identificar causas infecciosas e autoimunes. Os mais comuns são hemograma, VHS, PCR, sorologias (toxoplasmose, sífilis, HIV, herpes), HLA-B27, FAN e fator reumatoide. O médico pode solicitar exames adicionais conforme a suspeita clínica.

Colírio de corticoides pode ser usado em qualquer tipo de uveíte?

Não. Corticoides tópicos são eficazes na uveíte anterior, mas na uveíte infecciosa (como herpes ou toxoplasmose) o uso sem cobertura antiviral/antiparasitária pode piorar a infecção. Além disso, na uveíte intermediária ou posterior, corticoides sistêmicos ou perioculares podem ser necessários. A avaliação oftalmológica é indispensável.

Uveíte tem cura?

A maioria dos casos agudos de uveíte anterior responde bem ao tratamento e não deixa sequelas. No entanto, as formas crônicas ou associadas a doenças autoimunes podem ter recidivas ao longo da vida, exigindo acompanhamento contínuo. O controle da doença de base é a chave para evitar novas crises.

Gestantes podem ter uveíte? O tratamento é seguro?

Sim, a uveíte pode ocorrer na gestação, especialmente em mulheres com doenças autoimunes. O tratamento deve ser cuidadosamente ajustado, pois muitos medicamentos (como metotrexato e alguns biológicos) são contraindicados na gravidez. Corticoides tópicos e sistêmicos em baixas doses podem ser usados com supervisão obstétrica e oftalmológica.

Existe relação entre uveíte e ansiedade?

Embora não haja relação causal direta, o estresse e a ansiedade podem desencadear ou exacerbar crises de uveíte em pessoas predispostas, especialmente aquelas com doenças autoimunes. O manejo do estresse é um complemento importante ao tratamento. Veja nosso artigo sobre CID F41 – Ansiedade para mais informações.

Uveíte pode ser confundida com outras doenças oculares?

Sim, os sintomas de olho vermelho e dor podem ser confundidos com conjuntivite, ceratite, glaucoma agudo, esclerite ou trauma. O exame com lâmpada de fenda é essencial para o diagnóstico diferencial. Por isso, todo olho vermelho doloroso deve ser avaliado por um oftalmologista.

Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clinica Popular Fortaleza, com base na CID-10 (OMS) e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.

Última atualização: 21/06/2026

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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O diagnóstico e o tratamento indicados pelo CID devem ser definidos pelo médico responsável com base no exame clínico completo. Não use este artigo como base para autodiagnóstico ou prescrição.

Fontes confiáveis:
CID-10 Uveíte (cid10.com.br) |
MedlinePlus – Uveíte |
BVS – Biblioteca Virtual em Saúde

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