quinta-feira, julho 2, 2026

L81 7 Dermatose Purpurica Pigmentada






L81 7 Dermatose Purpurica Pigmentada


Dado importante

Estima-se que a dermatose purpurica pigmentada corresponda a cerca de 0,5% a 1% de todas as dermatoses crônicas atendidas nos ambulatórios de dermatologia no Brasil, com maior incidência em adultos jovens (20 a 40 anos) e ligeiro predomínio masculino (2:1). Dados de 2025-2026 indicam aumento na procura por diagnóstico diferencial, especialmente entre pacientes que confundem as manchas com alergias ou doenças vasculares.

Você já notou manchas avermelhadas ou amarronzadas nas pernas que parecem pequenos pontos de sangue ou hematomas que não somem? Essas lesões podem ser confundidas com picadas de inseto, alergias ou até problemas circulatórios. Na verdade, podem ser um sinal de uma condição chamada dermatose purpurica pigmentada, classificada pelo código CID L81.7. Esta condição, embora benigna e não contagiosa, pode gerar preocupação estética e dúvidas sobre sua origem. Vamos entender o que causa, como identificar e o que fazer.

Resumo rápido

  • O que é: Um grupo de doenças de pele crônicas, benignas, caracterizadas por manchas purpúricas (roxas/avermelhadas) devido ao extravasamento de sangue dos capilares e acúmulo de ferro (hemossiderina).
  • Quando ocorre: Mais frequentemente em adultos jovens, com surgimento gradual nas pernas, tornozelos ou coxas; pode durar meses ou anos.
  • Quem trata: Médico dermatologista é o especialista indicado para diagnóstico e acompanhamento.
  • Urgência: Baixa – a condição não é emergencial, mas merece avaliação para descartar outros problemas.
  • Tratamento: Não há cura definitiva, mas terapias tópicas (corticoides, imunomoduladores) e fototerapia podem controlar os sintomas e melhorar a aparência.

Exemplo prático

João, 32 anos, professor, notou há seis meses pequenas manchas marrom-avermelhadas nas pernas, que começaram nos tornozelos e subiram até as coxas. Ele achou que fosse alergia a sabão ou picada de mosquito. As manchas não coçavam e não desapareciam com compressas. Preocupado, procurou um dermatologista. Após exame clínico e dermatoscopia, foi diagnosticado com dermatose purpurica pigmentada (doença de Schamberg). O médico explicou que é uma condição benigna, sem relação com problemas vasculares graves, e indicou o uso de um creme com corticoide de baixa potência e protetor solar. João ficou mais tranquilo e hoje faz acompanhamento anual.

Atenção: Embora a dermatose purpurica pigmentada seja benigna, qualquer mancha roxa que apareça de repente, que coça intensamente, que sangra ou que esteja associada a sangramentos em outros locais (gengiva, nariz, fezes escuras) deve ser avaliada com urgência – pode ser sinal de doença sistêmica como vasculite, púrpura trombocitopênica ou coagulopatia. Não ignore manchas que aumentam rapidamente ou que surgem após uso de medicamentos.

O que é L81.7 Dermatose Purpurica Pigmentada

A dermatose purpurica pigmentada (CID L81.7) engloba um conjunto de doenças cutâneas crônicas, benignas, caracterizadas pelo extravasamento de hemácias (glóbulos vermelhos) dos capilares para a pele, resultando em depósitos de hemossiderina (ferro). Isso gera manchas de coloração que varia do vermelho-vivo ao marrom-escuro, frequentemente descritas como “púrpura” ou “petéquias”. A condição é também conhecida como púrpura pigmentar crônica. Existem várias formas clínicas, sendo a mais comum a doença de Schamberg (púrpura pigmentar progressiva). A denominação “L81.7” segue a Classificação Internacional de Doenças (CID-10) para transtornos do metabolismo da pigmentação. Importante: não se trata de alergia, doença infecciosa ou câncer de pele. A causa exata é desconhecida, mas acredita-se que haja uma reação inflamatória crônica dos vasos sanguíneos superficiais, possivelmente desencadeada por fatores como medicamentos, exercício físico intenso, varizes ou predisposição genética. A evolução é lenta e pode durar anos com períodos de melhora e piora.

Como funciona e qual sua importância no organismo

Para entender a dermatose purpurica pigmentada, é preciso compreender o papel dos capilares na pele. Os capilares são minúsculos vasos sanguíneos que levam oxigênio e nutrientes às células. Na DPP, ocorre uma inflamação de baixo grau que torna a parede dos capilares mais frágil, permitindo que glóbulos vermelhos escapem para o tecido ao redor. O organismo então degrada essas células, liberando hemoglobina que se transforma em hemossiderina, um pigmento rico em ferro que se deposita na derme, causando a coloração amarronzada característica. Embora essa condição não represente risco à saúde geral, a importância clínica está em diferenciá-la de outras doenças que podem ser graves, como vasculites (inflamação sistêmica dos vasos) ou púrpuras relacionadas a distúrbios plaquetários. Além disso, o aspecto crônico e a localização nas pernas podem levar ao diagnóstico incorreto de insuficiência venosa, dermatite de estase ou alergias. Por isso, reconhecer corretamente a DPP é fundamental para evitar exames desnecessários e ansiedade. O conhecimento sobre a condição também ajuda o paciente a entender que não se trata de falta de higiene ou doença contagiosa, reduzindo o estigma e a preocupação.

Tipos e variações

A dermatose purpurica pigmentada não é uma única doença, mas uma família de condições com características semelhantes. As principais variantes são: 1) Doença de Schamberg (púrpura pigmentar progressiva): a mais comum; apresenta manchas alaranjadas ou amarronzadas com pequenos pontos vermelhos nas bordas (chamados “grãos de pimenta-caiena”). Afeta principalmente pernas e tornozelos. 2) Púrpura anular telangiectática de Majocchi: caracterizada por lesões em anel (anulares) com telangiectasias (vasinhos) e atrofia central; tende a ser simétrica. 3) Dermatose liquenoide purpurica e pigmentada (ou doença de Gougerot-Blum): mais elevada, com pápulas liquenoides (pequenas elevações) e coloração violácea. Pode coçar. 4) Púrpura eczematosa (ou dermatite purpurica): lesões que lembram eczema com descamação e crostas. 5) Púrpura purpurica pigmentar em placas (ou púrpura pigmenteuse en plaques): forma menos comum, com placas maiores e mais escuras. Cada tipo pode exigir abordagem terapêutica um pouco diferente, mas em geral o tratamento segue os mesmos princípios: reduzir a inflamação e melhorar a aparência estética. A classificação precisa ajuda o dermatologista a prever a evolução e escolher o melhor manejo.

Causas e fatores de risco

A causa exata da dermatose purpurica pigmentada ainda não é totalmente compreendida. Sabe-se que há um componente inflamatório que afeta a parede dos capilares, mas não se trata de uma doença autoimune clássica. Possíveis fatores desencadeantes ou de risco incluem:

• Medicamentos: alguns fármacos podem induzir lesões purpúricas, como anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), suplementos de vitaminas do complexo B, antibióticos (penicilinas, sulfonamidas), diuréticos e medicamentos para pressão arterial. A reação é geralmente tardia e reversível com a suspensão.
• Exercício físico intenso: corrida de longa distância, levantamento de peso ou atividades que aumentam a pressão venosa podem desencadear lesões nas pernas (púrpura do esforço).
• Predisposição genética: há relatos de casos familiares, sugerindo suscetibilidade hereditária.
• Insuficiência venosa crônica: varizes e má circulação podem contribuir para o extravasamento capilar, embora a DPP seja distinta da dermatite ocre (que também causa manchas amarronzadas).
• Fatores ambientais: exposição ao calor, uso de roupas apertadas ou ficar muito tempo em pé podem agravar.
• Idade e sexo: mais comum em adultos jovens do sexo masculino.
Não há evidências de que a DPP seja causada por infecção, alergia alimentar ou estresse emocional. A identificação dos fatores de risco ajuda no manejo, mas muitas vezes a condição surge sem causa aparente.

Sintomas e manifestações clínicas

O principal sintoma da dermatose purpurica pigmentada é o aparecimento de manchas na pele. Características típicas:

• Cor: varia de vermelho-vivo a marrom-escuro, dependendo do tempo de evolução e do depósito de hemossiderina. Lesões recentes são mais avermelhadas; as antigas tornam-se amarronzadas e podem clarear lentamente.
• Formato: pequenas máculas (manchas lisas) ou pápulas levemente elevadas. Na doença de Schamberg, as bordas apresentam pontinhos vermelhos (petéquias). Na forma anular, lesões em anel.
• Localização: predominantemente nas pernas (tornozelos, canelas, coxas), mas podem ocorrer em braços, tronco ou abdômen. Raramente atinge face, mucosas ou palmas das mãos.
• Sensação: na maioria dos casos, as lesões são assintomáticas (não coçam, não doem). Algumas variantes podem causar prurido leve (coceira) ou sensação de queimação.
• Evolução: as manchas tendem a aumentar lentamente em número e tamanho, com períodos de estabilidade e surtos. Podem persistir por anos sem tratamento. Não há ulceração, sangramento ativo ou risco de malignização.
• Sinais de alerta: se aparecerem sintomas sistêmicos como febre, dores articulares, mal-estar, perda de peso ou sangramento em outros locais, deve-se suspeitar de outra doença (vasculite sistêmica, lúpus, púrpura trombocitopênica).

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da dermatose purpurica pigmentada é essencialmente clínico, baseado na história e no exame físico detalhado realizado pelo dermatologista. Durante a consulta, o médico avalia a distribuição, forma e cor das lesões. Um exame simples e muito útil é a dermatoscopia, que permite visualizar com aumento os padrões vasculares e o depósito de pigmento, ajudando a diferenciar de outras condições (como melanoma, angioma, dermatite de estase). Em casos duvidosos, pode-se realizar uma biópsia de pele (retirada de um pequeno fragmento da lesão para análise histopatológica). O exame microscópico revela extravasamento de hemácias, depósitos de hemossiderina e infiltrado linfo-histiocitário ao redor dos vasos. Exames laboratoriais como hemograma completo, coagulograma, velocidade de hemossedimentação (VHS) e testes de função hepática/renal geralmente são normais e servem para descartar doenças sistêmicas. O diagnóstico diferencial inclui: púrpura trombocitopênica, vasculite leucocitoclástica, dermatite de estase (dermatite ocre), sarcoma de Kaposi, melanose de Riehl e farmacodermias. Por ser uma condição benigna, o foco principal é excluir doenças mais sérias. Não há necessidade de exames de imagem ou marcadores autoimunes a menos que haja suspeita clínica de outra patologia.

Tratamentos e abordagens terapêuticas

Não existe cura definitiva para a dermatose purpurica pigmentada, mas o tratamento visa controlar a atividade inflamatória, reduzir o aparecimento de novas lesões e melhorar o aspecto estético. As opções incluem:

• Corticoides tópicos: pomadas ou cremes com corticoide de potência baixa a moderada (como hidrocortisona ou betametasona) por curtos períodos ajudam a diminuir a inflamação e a vermelhidão. Uso prolongado pode causar atrofia da pele.
• Imunomoduladores tópicos: tacrolimo ou pimecrolimo podem ser usados como alternativa aos corticoides, especialmente em áreas sensíveis ou quando há prurido.
• Fototerapia: a exposição controlada à luz ultravioleta (UVB de banda estreita ou UVA) mostrou eficácia em alguns pacientes, reduzindo a pigmentação e o número de lesões. Deve ser realizada em clínicas especializadas com supervisão médica.
• Laserterapia: lasers vasculares (como o corante pulsado) podem tratar vasinhos e diminuir a vermelhidão, mas não removem o pigmento amarronzado.
• Tratamentos orais: em casos extensos ou refratários, podem ser prescritos anti-histamínicos (para coceira), pentoxifilina (melhora a microcirculação) ou, raramente, corticoides orais por curto período. O uso de suplementos vitamínicos (C, E, rutina) é controverso e sem evidências robustas.
• Medidas gerais: elevação das pernas, uso de meias de compressão se houver insuficiência venosa associada, evitar esforço físico excessivo que agrave as lesões, proteger a pele do sol (filtro solar) para evitar hiperpigmentação pós-inflamatória.
É fundamental que o paciente saiba que o tratamento muitas vezes é longo e que as manchas podem não desaparecer completamente. O acompanhamento regular com o dermatologista permite ajustes e tranquilidade.

Prevenção e cuidados contínuos

Como a causa exata da DPP não é conhecida, não há medidas preventivas específicas para evitar o seu surgimento. No entanto, algumas práticas podem ajudar a controlar a progressão e prevenir piora:

• Evitar gatilhos conhecidos: se você identifica que exercício intenso piora as lesões, modere a intensidade ou use meias de compressão durante a atividade. Suspenda medicamentos suspeitos (sempre com orientação médica).
• Cuidados com a pele: hidrate a pele diariamente com cremes neutros; evite banhos muito quentes e uso de buchas abrasivas, que podem irritar os capilares.
• Proteção solar: use protetor solar (FPS 30 ou maior) nas áreas afetadas para evitar que o pigmento escureça com o sol.
• Monitoramento: tire fotos periódicas das lesões para acompanhar evolução. Anote se novas manchas aparecem após uso de remédios ou esforço.
• Estilo de vida saudável: mantenha peso adequado, pratique atividade física moderada, evite tabagismo (prejudica a circulação) e controle doenças crônicas como diabetes e hipertensão.
• Acompanhamento dermatológico: consultas anuais ou semestrais ajudam a garantir que o diagnóstico permaneça correto e que não haja mudança para outra condição.

Quando procurar ajuda médica

Você deve consultar um dermatologista sempre que notar manchas na pele que:

• Aparecem sem causa aparente e persistem por mais de duas semanas.
• Aumentam rapidamente em número ou tamanho.
• Estão associadas a dor, coceira intensa, ardência ou sangramento.
• Surgem após o uso de um novo medicamento.
• Vêm acompanhadas de sintomas gerais como febre, mal-estar, dor nas articulações, cansaço excessivo ou sinais de sangramento em outros locais (gengiva, nariz, urina escura, fezes escuras).
• Causam grande desconforto estético ou emocional, prejudicando a qualidade de vida.
Mesmo sendo benigna, a DPP merece avaliação profissional para afastar diagnósticos diferenciais e orientar o tratamento adequado. Não se automedique com pomadas ou medicamentos sem prescrição, pois podem piorar a condição ou mascarar sinais importantes. Lembre-se: a consulta ao dermatologista é o primeiro passo para o cuidado certo.

Dicas Práticas

  1. 01. Documente as manchas: Tire fotos semanais com boa iluminação e data. Isso ajuda a monitorar progressão e a mostrar ao médico a evolução.
  2. 02. Cuide da pele das pernas: Use hidratante sem perfume e evite coçar. A pele ressecada ou irritada pode piorar o aspecto das lesões.
  3. 03. Proteja do sol: Aplique protetor solar FPS 30 ou mais nas áreas afetadas todos os dias, mesmo em dias nublados, para evitar que as manchas escureçam.
  4. 04. Evite roupas muito apertadas: Calças justas ou meias elásticas com compressão excessiva podem irritar a pele e agravar o extravasamento capilar.
  5. 05. Consulte um dermatologista antes de tomar suplementos – alguns suplementos vitamínicos (principalmente do complexo B) podem desencadear ou piorar a condição.
  6. 06. Controle o estresse: Embora não seja causa direta, o estresse pode piorar processos inflamatórios. Técnicas de relaxamento, meditação e exercícios leves ajudam.
  7. 07. Não compartilhe pomadas: Cada caso exige tratamento individualizado. O que funciona para um amigo pode não ser adequado para você e pode até causar efeitos colaterais.

Perguntas Frequentes sobre L81.7 Dermatose Purpurica Pigmentada

1. Dermatose purpurica pigmentada tem cura?

Não existe cura definitiva, pois é uma condição crônica. No entanto, com tratamento adequado, é possível controlar as lesões, diminuir a vermelhidão e melhorar a aparência estética. Muitos pacientes apresentam períodos de remissão (melhora significativa) que podem durar meses ou anos.

2. A dermatose purpurica pigmentada é contagiosa?

Não. A DPP não é causada por bactérias, vírus ou fungos, portanto não é transmitida de pessoa para pessoa. Não há qualquer risco de contágio pelo toque, compartilhamento de roupas ou contato íntimo.

3. Essa condição pode virar câncer de pele?

Não. A dermatose purpurica pigmentada é uma doença benigna, sem potencial de transformação maligna. Não há relatos na literatura científica de que evolua para câncer de pele ou qualquer tipo de neoplasia.

4. Quanto tempo duram as manchas?

As manchas podem persistir por meses a anos. Com tratamento, algumas clareiam significativamente, mas frequentemente permanecem manchas residuais amarronzadas. A progressão é lenta e pode haver surtos de novas lesões, especialmente se houver fatores desencadeantes.

5. Crianças podem ter dermatose purpurica pigmentada?

Sim, embora seja mais comum em adultos jovens, crianças também podem ser afetadas. A apresentação clínica é semelhante, mas o diagnóstico diferencial deve incluir outras causas de púrpura na infância, como púrpura de Henoch-Schönlein (vasculite) e distúrbios plaquetários. O acompanhamento pediátrico e dermatológico é essencial.

6. A alimentação influencia na dermatose purpurica pigmentada?

Não há evidências científicas de que alimentos específicos causem ou curem a DPP. Uma dieta equilibrada, rica em antioxidantes (frutas, verduras) e pobre em alimentos ultraprocessados, pode beneficiar a saúde da pele de forma geral, mas não é um tratamento direto para a condição.

7. Posso usar maquiagem ou cosméticos sobre as manchas?

Sim, desde que sejam produtos hipoalergênicos e não comedogênicos. Corretivos ou bases podem ser usados para disfarçar as manchas, especialmente em áreas expostas. Evite produtos com fragrância ou álcool, que podem irritar a pele sensível. Consulte o dermatologista para recomendações específicas.

8. A dermatose purpurica pigmentada pode reaparecer após o tratamento?

Sim, a condição tem caráter recidivante. Mesmo com tratamento bem-sucedido e clareamento das lesões, novas manchas podem surgir, especialmente se os fatores desencadeantes (medicamentos, esforço físico, calor) não forem controlados. O acompanhamento periódico ajuda a manejar os surtos.

9. Existe relação com problemas de circulação ou varizes?

Embora a DPP não seja causada diretamente por insuficiência venosa, a presença de varizes ou má circulação pode piorar o extravasamento capilar e agravar as lesões. O tratamento da insuficiência venosa (meias de compressão, elevação das pernas) pode trazer benefício adicional.

10. Precisa de exames de sangue para confirmar o diagnóstico?

Na maioria dos casos, o diagnóstico é clínico (observação das lesões) e confirmado por dermatoscopia. Exames de sangue são solicitados apenas para descartar outras doenças, como distúrbios de coagulação, plaquetopenia ou vasculite sistêmica. Eles geralmente são normais na DPP isolada.

Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clinica Popular Fortaleza, com base em evidências científicas atualizadas e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.

Última atualização: 25/06/2026

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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não substitui consulta médica profissional. Sempre consulte um médico ou profissional de saúde habilitado para diagnóstico e tratamento.

Fontes de referência: MedlinePlus – Pigmented Purpuric Dermatoses (em espanhol) | Biblioteca Virtual em Saúde (BVS)

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