quinta-feira, julho 2, 2026

Anti VEGF: quando correr ao médico e como funciona

Dado importante

No Brasil, cerca de 2,5 milhões de pessoas vivem com degeneração macular relacionada à idade (DMRI), principal indicação do Anti‑VEGF ocular. Estima-se que, até 2026, o número de injeções intravítreas aplicadas no Sistema Único de Saúde ultrapasse 1 milhão por ano, segundo projeções do Ministério da Saúde.

Você já ouviu falar do tratamento com injeções no olho para recuperar a visão? Ou de medicamentos que bloqueiam o crescimento de vasos sanguíneos anormais em doenças como o câncer? Essa terapia chama-se Anti‑VEGF e revolucionou a oftalmologia e a oncologia. Neste artigo, você vai entender o que é, para que serve, quando procurar o médico e quais os possíveis efeitos colaterais. Tudo explicado de forma simples, baseado em evidências científicas atualizadas para 2026.

Resumo rápido

  • O que é: Classe de medicamentos que bloqueiam o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), impedindo a formação de vasos sanguíneos anormais.
  • Quando ocorre: Indicado em doenças oculares como DMRI, retinopatia diabética, oclusão venosa retiniana e em alguns tipos de câncer (cólon, rim, pulmão).
  • Quem trata: Oftalmologista (aplicação ocular) ou oncologista (aplicação sistêmica).
  • Urgência: Alta – perda súbita de visão ou sinais de edema macular necessitam de avaliação imediata.
  • Tratamento: Injeções intravítreas (olho) ou infusões intravenosas (câncer), com frequência que varia de mensal a trimestral.

Exemplo prático

Dona Maria, 72 anos, começou a notar que as linhas retas da parede pareciam onduladas e que uma mancha escura no centro da visão do olho direito dificultava a leitura. Preocupada, procurou um oftalmologista. Após exames como tomografia de coerência óptica (OCT), o diagnóstico foi degeneração macular úmida. O médico explicou que o tratamento com Anti‑VEGF (bevacizumabe) poderia estabilizar a visão e, em muitos casos, recuperar parte da acuidade. Maria iniciou as injeções mensais e, após três sessões, a mancha diminuiu e ela voltou a enxergar os rostos da família com mais nitidez.

Atenção: Se você sentir perda súbita ou progressiva da visão, distorção das imagens (metamorfopsia), moscas volantes ou flashes de luz, procure imediatamente um oftalmologista. Atraso no início do tratamento com Anti‑VEGF pode levar à perda visual irreversível.

O que é Anti‑VEGF? Definição completa

Anti‑VEGF é a sigla para “anti‑vascular endothelial growth factor”, ou seja, medicamentos que neutralizam o fator de crescimento do endotélio vascular. Esse fator (VEGF) é uma proteína natural do corpo que estimula a formação de novos vasos sanguíneos – processo chamado angiogênese. Em situações normais, a angiogênese é importante para a cicatrização e o desenvolvimento. Porém, em algumas doenças, ocorre um excesso de VEGF, levando ao crescimento desordenado de vasos frágeis e permeáveis, que vazam sangue e fluidos, causando danos aos tecidos.

Na oftalmologia, os Anti‑VEGF são usados principalmente no tratamento da degeneração macular relacionada à idade (DMRI) na forma úmida, retinopatia diabética proliferativa, edema macular diabético, oclusões venosas da retina e neovascularização coroidiana. Na oncologia, medicamentos como bevacizumabe (Avastin®), ranibizumabe (Lucentis®), aflibercepte (Eylea®) e brolucizumabe (Beovu®) são empregados para frear o crescimento de tumores ao cortar seu suprimento sanguíneo, sendo indicados em câncer colorretal, de pulmão, de rim, de mama e glioblastoma, entre outros.

Esses fármacos revolucionaram o tratamento por serem capazes de preservar a visão e prolongar a vida, mas exigem administração frequente e acompanhamento rigoroso devido aos riscos de efeitos adversos, como hemorragias, hipertensão arterial e trombose.

Como funciona e qual sua importância no organismo

O mecanismo de ação dos fármacos Anti‑VEGF é bastante específico: eles se ligam à molécula de VEGF circulante, impedindo que ela se conecte aos receptores nas células endoteliais dos vasos sanguíneos. Sem essa ligação, a via de sinalização que ativa a angiogênese é bloqueada. Como resultado, os vasos anormais param de crescer, e os já existentes podem regredir, reduzindo o extravasamento de fluidos e a inflamação.

No olho, isso significa menos edema (inchaço) na mácula, a região central da retina responsável pela visão detalhada. A diminuição do edema melhora a acuidade visual e a qualidade de vida. Em tumores, a ausência de novos vasos limita o aporte de oxigênio e nutrientes, induzindo a morte celular do câncer.

A importância no organismo é dupla: no contexto oftalmológico, o Anti‑VEGF é um dos únicos tratamentos eficazes para doenças que, há 20 anos, levavam à cegueira irreversível. No câncer, ele é usado em combinação com quimioterapia ou como terapia alvo, aumentando a sobrevida em vários tipos tumorais. No entanto, como o VEGF também desempenha funções protetoras (cicatrização, proteção renal), seu bloqueio prolongado pode causar efeitos colaterais como retardo na cicatrização de feridas, proteinúria e aumento da pressão arterial.

Tipos e variações de medicamentos Anti‑VEGF

Existem diversas moléculas Anti‑VEGF aprovadas no Brasil, com diferenças de potência, duração, custo e indicações. Os principais são:

  • Bevacizumabe (Avastin®): anticorpo monoclonal completo, usado em oncologia e, off‑label, em oftalmologia. É o mais antigo e de menor custo, mas exige maior frequência de aplicações.
  • Ranibizumabe (Lucentis®): fragmento de anticorpo com afinidade maior que o bevacizumabe, desenvolvido especificamente para uso ocular. Melhor penetração na retina e menor meia-vida sistêmica, reduzindo riscos cardiovasculares.
  • Aflibercepte (Eylea®): proteína de fusão que bloqueia não só o VEGF‑A, mas também o VEGF‑B e o PIGF. Proporciona intervalos mais longos entre injeções (até 12 semanas após a fase de carga) e é muito eficaz no edema macular diabético.
  • Brolucizumabe (Beovu®): fragmento de anticorpo de nova geração, com estrutura molecular pequena que permite maior concentração e duração estendida. Aprovado para DMRI úmida, com intervalos de até 12 semanas, mas associado a maior risco de inflamação intraocular e vasculite retiniana rara.
  • Ranibizumabe implantável (Sustained‑release): dispositivos de liberação prolongada, como o porta‑de‑implante que libera o fármaco por meses, reduzindo a necessidade de injeções frequentes. Ainda em fase de incorporação no SUS.

A escolha do tipo depende do diagnóstico, da resposta individual, da disponibilidade e do perfil de segurança. O oftalmologista avalia cada caso e pode trocar o medicamento se houver baixa resposta ou efeitos adversos.

Causas e fatores de risco para doenças que usam Anti‑VEGF

As principais condições tratadas com Anti‑VEGF têm causas distintas, mas compartilham o mecanismo de angiogênese excessiva. Na degeneração macular relacionada à idade, o principal fator de risco é a idade avançada (acima de 60 anos). Outros fatores incluem tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, histórico familiar e exposição prolongada à luz ultravioleta sem proteção ocular.

Na retinopatia diabética, a hiperglicemia crônica danifica os capilares da retina, levando à isquemia e liberação de VEGF. Fatores de risco: diabetes mal controlado, hipertensão, dislipidemia e tempo de doença superior a 10 anos. A retinopatia diabética é a principal causa de cegueira evitável em adultos economicamente ativos no Brasil.

Nas oclusões venosas da retina, fatores como hipertensão, diabetes, glaucoma e aterosclerose predispõem ao bloqueio do fluxo venoso, gerando hipóxia e liberação de VEGF. No câncer, a angiogênese tumoral é impulsionada por mutações genéticas (ex.: gene VHL no carcinoma renal) e pela hipóxia do microambiente tumoral, que estimula a produção de VEGF pelas células cancerosas.

Sintomas e manifestações clínicas

Os sintomas que levam à indicação do Anti‑VEGF dependem da doença de base. Nas doenças oculares, os sinais mais comuns são:

  • Perda gradual ou súbita da visão central (dificuldade para ler, reconhecer rostos ou enxergar detalhes);
  • Distorção das imagens (linhas retas parecem onduladas – metamorfopsia);
  • Mancha escura ou embaçamento no centro do campo visual (escotoma);
  • Redução da percepção de cores; dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz;
  • Moscas volantes (flutuadores) e flashes de luz (mais associados a descolamento de retina, mas também podem ocorrer).

Já em pacientes com câncer em uso de Anti‑VEGF sistêmico, os sintomas de eficácia não são percebidos diretamente, mas a monitorização é feita por exames de imagem. Os efeitos colaterais que o paciente pode notar incluem hipertensão arterial, fadiga, diarreia, alterações na cicatrização e aumento do risco de sangramentos.

Na retinopatia diabética proliferativa, além dos sintomas visuais, pode haver hemorragia vítrea, que se manifesta como “chuva de moscas” ou perda abrupta da visão. O edema macular diabético causa visão embaçada central que varia ao longo do dia.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico das condições que necessitam de Anti‑VEGF é eminentemente clínico e por imagem. O oftalmologista realiza exames de rotina como:

  • Fundo de olho ou oftalmoscopia: visualização direta da retina com oftalmoscópio, que pode revelar vasos anormais, hemorragias ou exsudatos.
  • Angiografia fluoresceínica: injeção de contraste na veia do braço para fotografar a circulação da retina, identificando áreas de neovascularização e vazamento.
  • Tomografia de coerência óptica (OCT): exame não invasivo que produz cortes da retina, mostrando espessamento ou acúmulo de líquido (edema). O OCT de alta definição é essencial para o diagnóstico e acompanhamento.
  • OCT‑angiografia: técnica mais recente que mapeia os vasos sem contraste, auxiliando na visualização da neovascularização coroidiana.

Para pacientes com suspeita de câncer, exames de imagem como tomografia computadorizada, ressonância magnética ou PET‑SCAN avaliam a extensão tumoral; a biópsia confirma o tipo e a expressão de VEGF, que pode orientar a terapia.

O diagnóstico precoce é fundamental. A Academia Americana de Oftalmologia recomenda que pessoas acima de 50 anos façam exame oftalmológico anual com mapeamento de retina, especialmente se tiverem diabetes ou hipertensão.

Tratamentos e abordagens terapêuticas com Anti‑VEGF

O tratamento com Anti‑VEGF é baseado em injeções intravítreas (dentro do olho) ou infusões intravenosas (no caso de câncer). O protocolo mais comum em oftalmologia consiste em três doses de carregamento mensais (fase de ataque), seguidas de reavaliação. Depois, o esquema pode ser mantido mensalmente ou estendido para a cada 8, 12 ou até 16 semanas, dependendo do medicamento e da resposta.

Existem duas estratégias principais de acompanhamento:

  • Tratamento e extensão (treat‑and‑extend): após a fase de carga, o intervalo entre as injeções é aumentado gradualmente se não houver sinais de atividade da doença.
  • Tratamento pro re nata (PRN, ou “conforme necessário”): injeção apenas quando a OCT ou a acuidade visual indicam recidiva.

Na oncologia, o Anti‑VEGF é geralmente combinado com quimioterapia, radioterapia ou outros alvos moleculares. Por exemplo, no câncer colorretal metastático, bevacizumabe é associado à quimio com 5‑FU, oxaliplatina e irinotecano. Já no carcinoma renal, sunitinibe e pazopanibe (inibidores de tirosina quinase antiangiogênicos) são usados por via oral.

Os efeitos colaterais oculares mais comuns são dor transitória, vermelhidão, sensação de corpo estranho, aumento da pressão intraocular e endoftalmite (infecção grave, rara, mas urgente). Efeitos sistêmicos incluem AVC, infarto do miocárdio, hipertensão grave (especialmente com altas doses sistêmicas) e proteinúria.

Prevenção e cuidados contínuos

A prevenção primária das doenças que necessitam de Anti‑VEGF envolve controle rigoroso dos fatores de risco. Para a DMRI, recomenda-se não fumar, controlar a pressão arterial e o colesterol, usar óculos escuros contra UV, manter dieta rica em antioxidantes (luteína, zeaxantina, ômega‑3) e praticar exercícios físicos. A suplementação com vitaminas do estudo AREDS2 (vitamina C, E, zinco, cobre, luteína e zeaxantina) é indicada para pacientes com DMRI intermediária.

Para diabéticos, a prevenção da retinopatia passa pelo controle glicêmico (HbA1c abaixo de 7%), controle pressórico e exames oftalmológicos anuais desde o diagnóstico da diabetes tipo 2. Nos pacientes já em tratamento com Anti‑VEGF, os cuidados contínuos incluem:

  • Comparecer a todas as consultas e injeções no prazo estipulado, pois atrasos podem reativar a doença;
  • Monitorar a pressão arterial em casa, evitando picos que aumentem o risco de hemorragia;
  • Relatar ao médico qualquer piora visual, dor ocular intensa, vermelhidão intensa ou sensibilidade anormal à luz;
  • Manter a carteira de vacinação em dia (especialmente contra influenza e pneumococo, pois procedimentos intraoculares podem aumentar risco de infecção).

O paciente deve entender que o Anti‑VEGF é um tratamento de manutenção, não curativo, e que a adesão é determinante para o sucesso. O abandono precoce é a principal causa de perda visual progressiva.

Quando procurar ajuda médica

Você deve procurar um médico imediatamente se apresentar qualquer dos seguintes sinais:

  • Perda súbita ou rápida da visão em um ou ambos os olhos;
  • Aparecimento de uma sombra fixa ou cortina no campo visual;
  • Distorção repentina de imagens (linhas retas que parecem onduladas);
  • Flashes luminosos e aumento súbito de moscas volantes;
  • Dor ocular intensa acompanhada de vermelhidão, náuseas ou visão turva (sinais de endoftalmite ou glaucoma agudo).

Além disso, quem já faz tratamento com Anti‑VEGF deve retornar ao oftalmologista imediatamente se notar queda da visão após uma injeção, secreção purulenta, piora da dor ou febre. A endoftalmite, embora rara (cerca de 1 em 2.000 injeções), requer intervenção urgente.

Para pacientes oncológicos em uso de Anti‑VEGF sistêmico, deve‑se procurar atendimento de urgência se houver tosse com sangue, sangramento gastrointestinal, cefaleia intensa súbita (suspeita de hemorragia cerebral), inchaço nas pernas (trombose venosa profunda) ou falta de ar (embolia pulmonar).

A regra de ouro: qualquer alteração visual ou sintoma neurológico novo em paciente em uso de Anti‑VEGF merece avaliação médica imediata.

Dicas Práticas

  1. 01. Mantenha um diário da visão: anote a cada semana se percebeu mudanças na nitidez ou na distorção de linhas. Isso ajuda o médico a avaliar a resposta ao tratamento.
  2. 02. Use a “grade de Amsler” em casa: um quadrado com linhas pretas em fundo branco que você deve olhar diariamente para detectar distorções precoces.
  3. 03. Não interrompa o tratamento por conta própria, mesmo que a visão melhore. A interrupção pode permitir a reativação da neovascularização.
  4. 04. Controle a pressão arterial com medicação e dieta, especialmente se usa Anti‑VEGF sistêmico – a hipertensão é o efeito colateral mais frequente.
  5. 05. Consulte um oftalmologista pelo menos uma vez ao ano, mesmo sem sintomas, se você tem diabetes, hipertensão ou mais de 50 anos.
  6. 06. Em caso de diabetes, mantenha a hemoglobina glicada (HbA1c) abaixo de 7% para reduzir o risco de retinopatia e progressão.

Perguntas Frequentes sobre o que é anti vegf tratamento indicações efeitos colaterais

O Anti‑VEGF dói?

As injeções intravítreas são feitas com anestesia tópica (colírio anestésico) e, em alguns casos, com sedação leve. A maioria dos pacientes relata apenas leve pressão e desconforto, que dura alguns segundos. Dor intensa pós‑procedimento pode indicar complicação e deve ser relatada.

Quantas injeções de Anti‑VEGF são necessárias?

Depende da doença e da resposta. Na DMRI úmida, a média é de 5 a 7 injeções no primeiro ano, podendo reduzir nos anos seguintes. No edema macular diabético, muitas vezes são necessárias de 6 a 10 injeções no primeiro ano, com intervalos que podem aumentar depois.

Anti‑VEGF tem contraindicações?

Sim. Contraindicações absolutas incluem alergia ao princípio ativo, infecção ocular ativa ou periocular e hipertensão intraocular não controlada. Relativas: gravidez, lactação, histórico de AVC ou infarto recente (para uso sistêmico). O médico avalia riscos e benefícios em cada caso.

Posso dirigir depois da injeção?

Não. A anestesia pode causar visão temporariamente embaçada e o procedimento pode provocar sensibilidade à luz. Recomenda-se não dirigir por pelo menos 24 horas e usar óculos escuros se houver fotofobia.

O Anti‑VEGF previne a cegueira?

Sim, quando iniciado precocemente. Ele estabiliza a visão e evita a progressão para cegueira legal (acuidade visual inferior a 20/200) na maioria dos pacientes. Contudo, o tratamento não reverte danos já estabelecidos; por isso, o diagnóstico precoce é essencial.

Existe alternativa natural ao Anti‑VEGF?

Não. Não há nenhum suplemento ou tratamento natural comprovado para substituir o Anti‑VEGF. Dieta rica em luteína e ômega‑3 pode auxiliar na prevenção, mas não trata a neovascularização ativa. Abandonar o tratamento convencional em favor de “terapias naturais” pode levar à perda irreversível da visão.

Anti‑VEGF pode ser usado em crianças?

Em alguns casos, sim. Na retinopatia da prematuridade (ROP), o Anti‑VEGF intravítreo é uma opção para evitar a progressão para descolamento de retina. Em crianças com tumores vasculares ou doenças raras, o uso é off‑label e deve ser supervisionado por especialista.

Quanto tempo dura o efeito de uma injeção?

Depende do medicamento. Bevacizumabe dura cerca de 4‑6 semanas; ranibizumabe e aflibercepte, de 4 a 8 semanas; brolucizumabe pode chegar a 12 semanas. O médico ajusta o intervalo de acordo com a resposta do paciente.

Anti‑VEGF causa câncer?

Não há evidências de que o uso oftalmológico de Anti‑VEGF aumente o risco de câncer. Já o uso sistêmico em altas doses para oncologia pode, paradoxalmente, estar associado a metástases em alguns modelos experimentais, mas na prática clínica os benefícios em termos de sobrevida superam os riscos.

O que fazer se eu perder a data da injeção?

Entre em contato com seu médico o mais rápido possível. Atrasos de alguns dias geralmente não comprometem o tratamento, mas a perda de semanas pode reativar a doença. Não espere a próxima consulta agendada; informe o consultório e reagende.

Revisão médica: Conteúdo revisado pela equipe médica da Clínica Popular Fortaleza, com base em evidências científicas atualizadas e protocolos do Ministério da Saúde do Brasil.

Última atualização: 25/06/2026

Precisa de Consulta ou Exame? Clínica Popular Fortaleza

Na Clínica Popular Fortaleza você encontra consultas acessíveis com oftalmologistas e oncologistas que explicam seu diagnóstico e orientam o melhor tratamento, incluindo terapia com Anti‑VEGF.

Agendar Consulta

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não substitui consulta médica profissional. Sempre consulte um médico ou profissional de saúde habilitado para diagnóstico e tratamento.

Fontes confiáveis:
PubMed – base de dados de artigos científicos sobre Anti‑VEGF
BVS – Biblioteca Virtual em Saúde (Ministério da Saúde)

Leia também:
Clínica Popular Fortaleza — Consultas Médicas
Exames na Clínica Popular Fortaleza
CID F41 — Ansiedade: o que significa
CID M54 — Dorsalgia (dor nas costas)
CID J06 — Infecção Respiratória Aguda
CID K21 — Doença por Refluxo Gastroesofágico
CID N39 — Infecção do Trato Urinário
CID G43 — Enxaqueca
CID J45 — Asma
Omeprazol: para que serve
Dipirona: para que serve e como usar
Ibuprofeno: para que serve
Amoxicilina: para que serve
Azitromicina: para que serve
Paracetamol: para que serve
O que é meditação guiada
Saúde coletiva: conceitos e objetivos
O que é hematoquezia